terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Filme sobre piratas da Somália reforça mentira oficial



Protagonizado por Tom Hanks, filme estreia nesta sexta-feira nos cinemas do Brasil. Direção é de Paul Greengrass, conhecido por conduzir a trilogia 'Bourne'. 'Capitão Phillips' o filme, reproduz na visão hollywoodiana o sequestro feito por piratas somalis em 2009.
O enredo é aquele de se esperar do lixo cultural produzido em hollywood, onde os mocinhos (na verdade, os bandidos), levam o público a torcer contra as verdadeiras vítimas, no caso, os somalis. Assim como em todos os povos, existem os bons e os maus. Alguns piratas somalis são realmente bandidos, mas a maioria apenas retribui aquilo que recebem das potências ocidentais.
O capitão Phillips é mostrado como o típico herói norte-americano: corajoso, honrado, solidário, humanista. Nada mais enganador e sórdido. Na verdade, os governantes e militares norte-americanos são terroristas e piratas modernos, fazendo guerras em diversas partes do mundo para roubar gás e petróleo. Bandidos e criminosos, assassinam impunemente - inclusive com cumplicidade de outras potências - civis inocentes na Síria, Afeganistão, Palestina, Iraque, Paquistão entre outros países. Não é por acaso que os EUA tem 1.086 instalações militares (entre bases e edifícios militares de espionagem) na maioria dos países do mundo.
Os verdadeiros piratas da Somália são os norte-americanos, franceses, espanhóis, alemães e israelenses que invadem com barcos pesqueiros as águas territoriais da Somália. Além de promover pesca industrial levando a fome aos vilarejos e aldeias costeiras da Somália, os governos dos países citados depositam nas praias lixo tóxico que não conseguem descartar em seus respectivos países. Eles se aproveitam da situação do caos político em que vive a Somália para promover ataques à soberania do país e roubar as poucas riquezas naturais de um dos países mais pobres da África.
Para quem deseja conhecer a realidade dos chamados piratas da Somália, é recomendado assistir o seguinte documentário:
http://dotsub.com/view/8446e7d0-e5b4-496a-a6d2-38767e3b520a

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Porque é presidenta e não presidente



A mídia brasileira comete o mesmo erro da mídia portuguesa ao se negar a usar a palavra presidente. Nos últimos anos Portugal passou pelo mesmo dilema dos meios de comunicação do Brasil: presidente ou presidenta?
Em Portugal e no Brasil diversos linguistas se manifestaram pró e contra o uso da palavra presidenta. Mas considero que – teorias à parte – o assunto se exauriu na inauguração da “Fundação José Saramago”.
Em entrevista ao jornal português Diário de Notícias em 6 de julho de 2008, ao jornalista João Céu e Silva, Pilar zombava da utilização da palavra presidente pela imprensa portuguesa ao se referir a mulher presidindo alguma entidade. Ela afirmou – com o consentimento de José Saramago, prêmio Nobel de Literatura – que a palavra presidenta não existia no passado porque não havia mulheres exercendo essa função. Somente nas últimas décadas as mulheres conquistaram o devido lugar na sociedade, e passaram a ser presidentas, e não presidente.
Vamos recordar as palavras da jornalista e tradutora Pilar Del Río, presidenta da Fundação José Saramago:
“(...) - Há um ano que é presidente da Fundação José Saramago…
- Presidenta!…
- Presidenta?
- Só os ignorantes é que me chamam presidente. A palavra não existia porque não havia a função, agora que existe a função há a palavra que denomina a função. As línguas estão aí para mostrar a realidade e não para a esconder de acordo com a ideologia dominante, como aconteceu até agora. Presidenta, porque sou mulher e sou presidenta.
- Mas a palavra não existe!
- Porque é que entre uma mulher e um animal tem primazia o gênero do animal? Porque dizem “Vêm os dois” se é uma mulher e um cão quem vem? Em vez de dizerem que não se pode dizer presidenta, mas ministra sim, solucionem essa injustiça e canalhice. Que os doutos acadêmicos resolvam um conflito que tem séculos porque não têm sensibilidade para apreciar a questão ou nem se aperceberam. Por isso, justificam com leis gramaticais ou simplesmente silenciam e riem-se das pretensões da mulher porque se acham superiores. Em quê? (…)”

A imprensa portuguesa se dobrou, em parte, ao argumento de Pilar Del Río. No Brasil, a mentalidade reinante ainda é colonial, ultrapassada, velha. Pior do que isso, utilizar a palavra presidente parece ser um uma decisão ideológica daqueles que não aceitam o resultado das urnas e da maioria do povo brasileiro que elegeu Dilma Rousseff presidenta.

José Gil

domingo, 29 de dezembro de 2013

Aécio escolhe Curitiba para largada de 2014



A largada de 2014 dos tucanos está praticamente definida. Segundo o Correio Braziliense, será em Curitiba, em 12 de janeiro, aniversário de 30 anos do primeiro comício pelas eleições diretas para presidente da República. Na época, o governador era José Richa, já falecido, então do PMDB, e um dos fundadores do PSDB, mesmo partido do seu filho e atual comandante do estado, Beto Richa.
O prefeito de Curitiba era Maurício Fruet, pai do atual administrador da cidade, Gustavo Fruet, do PDT. E Tancredo Neves, avô do senador Aécio Neves, era aquele que, ao lado de Ulysses Guimarães, percorria o país em campanha para que a população pudesse escolher livremente seu comandante.
Agora, são os filhos e neto pegando o bastão da democracia como um valor a ser arraigado na campanha de 2014.

sábado, 21 de dezembro de 2013

Acusado de usar a máquina para defender estuprador, prefeito do PT desiste de Gaievski



O prefeito de Realeza, Milton Andreolli (PT), comunicou à Justiça que não mais servirá de testemunha de seu antecessor Eduardo Gaievski, ex-assessor da ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil) e acusado de pedofilia no Paraná. Andreolli teme o movimento de vereadores que pretendem cassá-lo por crime de responsabilidade. O prefeito é suspeito de ter colocado toda a máquina do município para tentar livrar Gaievski, que está preso desde agosto acusado de 40 crimes sexuais. (na foto Gaievski e Andreolli e vereadores do PT de Realeza no gabinete de Gleisi).

As articulações de Andreolli para proteger Gaievski, de acordo com advogados consultados por vereadores de Realeza, são graves o suficiente para fundamentar um processo de cassação de mandato. O prefeito usou a estrutura municipal para pressionar testemunhas, com o objetivo de que retirassem ou desmentissem depoimentos que implicavam Gaievski. Uma das testemunhas, que se recusou a colaborar, perdeu a bolsa de estudos concedida pela prefeitura.

Outro caso do uso da máquina pública, pelo prefeito, para proteger Gaievski é o do aposentado João Pontes, avô de uma das vítimas. Ele foi despejado de um terreno da prefeitura, onde residia há anos, porque sua neta – vítima de Gaievski – não desmentiu depoimento contra o ex-assessor da Casa Civil. Pontes morava com a mulher e dois filhos há nove anos no Viveiro Municipal, em Realeza, e foi instruído, em 3 de setembro, pelo secretário de Administração da prefeitura, Fernandes Borges, a convencer a neta a retirar a denúncia contra o ex-prefeito. Diante da negativa, foi notificado pelo próprio Milton Andreolli para desocupar em no máximo trinta dias o imóvel. O despejo só foi evitado por uma medida cautelar tomada a pedido do advogado Natalício Farias, que defende as vítimas e é assistente de acusação no caudaloso processo contra o pedófilo que integrava a roda de pessoas de confiança da petista Gleisi.

Andreoli concedeu licença de dois anos para o secretário municipal da Administração, Fernandes Borges, preso quando subornava vítimas para que mudassem depoimentos sobre os estupros cometidos por Gaievski. O prefeito também não demitiu Edmundo Rafael Gaievski, o Fafo, irmão do pedófilo e motorista da prefeitura, apesar de ele estar foragido há mais de 40 dias, também acusado de subornar e intimidar vítimas e testemunhas.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Pessuti garante que será o candidato do PMDB



Ex-governador diz ter maioria para derrotar o senador Roberto Requião na convenção que definirá entre candidatura própria do partido e aliança com Beto Richa ou Gleisi Hoffmann

A seguir reproduzimos parte da entrevista do ex-governador Orlando Pessuti ao Bem Paraná:

Bem Paraná - Porque foi cancelada a convenção do PMDB de Curitiba?
Orlando Pessuti – O cancelamento deveu-se a um entendimento entre os deputados estaduais, o nosso presidente (estadual do PMDB), Osmar Serraglio, com a direção nacional do partido. Existe um recurso tramitando na Executiva Nacional proposto pelo grupo do Requião que pede para ser validada a convenção de julho realizada por eles e que foi por nós indeferida. E o relator do processo, que é o secretário-geral do partido, deputado Mauro Lopes, pediu que fosse feito o adiamento para que ele pudesse estudar melhor o assunto. E o presidente da comissão interventora, Reinhold Stephanes (Jr) decidiu adiar.

BP - O senador Requião foi destituído da presidência do PMDB de Curitiba sob a alegação de baixo desempenho. Mas muitos integrantes da Executiva do partido, inclusive o senhor, não fizeram campanha para o candidato do partido. Não há contradição?
Pessuti – Você não fazer campanha para o candidato do partido não tem nenhuma contradição nesse aspecto. O candidato (a prefeito) do partido (Rafael Greca) teve um bom desempenho até. Agora a chapa de vereadores é que não teve. Se a chapa de vereadores tivesse feito 10% dos votos como fez o candidato a prefeito, nós teríamos pelo menos três ou quatro vereadores. A norma a que nós nos ativemos para a dissolução do diretório de Curitiba e outros 26 é o fato de que não conseguimos o desempenho estabelecido que era pelo menos 10% dos votos para vereador.

BP – O senhor também lançou seu filho (Bruno Pessuti) como candidato a vereador por outro partido, o PSC.
Pessuti – Por conta de uma retaliação que fez o grupo do Requião em 2011, quando renovou o diretório de Curitiba e colocou para fora os meus filhos, os meus amigos, e dizia a todos que no PMDB de Curitiba o Pessuti não teria voz nem vez, e que seus filhos não teriam legenda no PMDB. Por isso meus filhos tomaram a iniciativa de deixar o PMDB. O Bruno disputou pelo PSC que o acolheu. Foi a retaliação do senador Requião que determinou a ida do meu filho para o PSC. O Moisés já retornou ao PMDB e integra a chapa do Stephanes para o diretório municipal.

BP – O que determinou o rompimento do senhor com o Requião?
Pessuti – O rompimento do Requião comigo. Porque não fui eu que rompi com ele. Foi ele que rompeu comigo. Deve ter sido pelo mesmo motivo que ele rompeu lá atrás com o (ex-governador) Mário Pereira quando o Mário o substituiu (em 1994). O Requião saiu do governo e não admitia que, no meu caso, ao assumir o governo, eu governasse o Paraná. Ele queria ele continuar governando. Ele não admitiu de forma alguma que eu pudesse fazer a substituição de alguns secretários. E fiz de poucos. O Requião saiu do governo, trocou os números dos telefones, viajou sem deixar a mim ou a qualquer um dos meus assessores o telefone onde ele estava para ser consultado em alguma necessidade. Tentei por todos os meios contatar ele na primeira semana logo após a posse, que por sinal se deu em uma quinta-feira Santa, em um 1º de abril, já em uma data bastante difícil porque ele viajou e só pude tentar falar com ele na segunda-feira. Era justamente para comunicar que eu substituir o secretário de Segurança, o Luiz Fernando Delazari. E a intenção nossa era fazer essa e mais uma outra substituição. Na composição da minha equipe, somente duas pessoas, dois secretários, não integravam o governo anterior dele. São os secretários Mário Stamm Filho (Transportes) e o Everaldo Moreno (Cohapar). Todos os demais integrantes da minha equipe de governo faziam parte do governo Requião. Inclusive o secretário de Segurança, eu nomeei o coronel Aramis Serp, que era coordenador do projeto Povo em Curitiba. O rompimento aconteceu por conta disso, por eu ter substituído o secretário de Segurança Pública e também o Ouvidor, o Luiz Delazari pai que pediu para sair. E na sequência eu substitui o secretário dos Transportes. Então houve o rompimento, nunca mais conversamos.

Bem Paraná - O rompimento entre o senhor e o Requião não enfraquece a candidatura própria ao governo pelo PMDB?
Orlando Pessuti – A tese da candidatura própria está fortalecida com a minha posição de ser candidato e com a do Requião. Porque somados aqueles que irão nos acompanhar na convenção e aqueles que vão acompanhar o Requião, hoje nós temos maioria dos delegados convencionais. Com toda a certeza. Mas nenhum de nós vencerá se não tivermos o apoio do grupo liderado pelos deputados estaduais e também dos federais. Eu tenho consciência disso e o grupo do Requião também deve ter. Por isso eu continuo aliado ao grupo dos deputados estaduais e nós já vencemos o Requião na disputa pelo diretório estadual. Nós já retiramos o Requião do comando do diretório municipal. Eu não tenho dúvida que nós vamos com certeza impedir a candidatura do Requião ao governo do Estado.

BP - O senhor faria campanha para o Requião?
Pessuti – Ele não será escolhido. Nós vamos vencê-lo na convenção. Eu não preciso me preocupar com essa hipótese. Tenho absoluta convicção de que a união das forças do meu grupo com o grupo dos deputados estaduais e federais e também o senador Sérgio Souza, nós seremos vitoriosos na tese de que eu possa ser candidato a governador.

BP – E acha que ele faria campanha para o senhor?
Pessuti – Acredito que não.

BP – Isso não enfraquece a candidatura do PMDB?
Pessuti – Pode até enfraquecer. Mas não é isso que vai tirar de nós a oportunidade de participar com todas as condições de chegar no segundo turno e disputarmos o governo do Paraná. Nós sabemos que o senador Requião tem o seu nicho de apoio, as pesquisas mostram. É natural que hoje eu talvez esteja em uma posição atrás tanto dele quanto dos demais até porque enquanto ele disputou, se não me engano, sete eleições majoritárias, eu não disputei nenhuma ainda. Disputei duas como vice, mas o candidato a vice você fica um pouco escondido. A Gleisi (Hoffmann) já disputou três majoritárias. O Beto Richa já disputou de prefeito de Curitiba, governo duas. É natural que o meu nome seja menos conhecido que o deles.

Bem Paraná – Muitos consideram que a eleição no Paraná deve ser polarizada entre o PSDB do governador Beto Richa e o PT de Gleisi Hoffmann. O senhor acha que há espaço para uma terceira candidatura competitiva?
Orlando Pessuti – A polarização pode até acontecer. Mas eu acredito que se tivermos uma candidatura peemedebista, a eleição será levada a um segundo turno, e portanto não haverá essa polarização para decidir já no primeiro turno. Como candidato do PMDB nós estaremos ultrapassando a margem dos 20% de intenção de voto.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Richa assina contrato de R$ 815 milhões com Banco Mundial



Nesta quinta-feira (12), o governador Beto Richa assinou, em Brasília, um contrato de financiamento com o Banco Mundial que garante ao Estado R$ 815 milhões para investimentos em nove programas. Os recursos serão aplicados em ações nas áreas de educação, saúde, agricultura e meio ambiente, principalmente em regiões de baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Como contrapartida, o Estado vai aplicar outros R$ 735 milhões (US$ 315 milhões).

O contrato com o Banco Mundial é o maior de um pacote de empréstimos que o governo estadual negocia há mais de dois anos com instituições financeiras nacionais e internacionais e que totalizam R$ 3,3 bilhões. Para formalizar os acordos, o Estado aguardava a liberação do governo federal, o que seu deu somente em novembro.

Com a assinatura do documento, o banco irá liberar inicialmente US$ 50 milhões na primeira parcela do financiamento. Para receber as próximas parcelas, o governo estadual terá que cumprir metas físicas e financeiras estabelecidas pelo contrato.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Relatório com irregularidades no transporte coletivo de Curitiba foram entregues ao Ministério Público Federal



Integrantes da CPI do Transporte Coletivo entregaram, na manhã desta terça-feira, cópia do relatório final das investigações à representação do Ministério Público Federal no Paraná. O documento foi recebido pelo procurador-chefe substituto, Alessandro José Fernandes de Oliveira.

Durante o encontro, Fernandes de Oliveira informou que o relatório será analisado em conjunto a outros órgãos, como o Cade e a Receita Federal, tendo em vista os indícios de formação de cartel e sonegação fiscal por parte das empresas operadoras do transporte coletivo na capital, respectivamente.

“Deixamos nossas portas abertas à Câmara Municipal, porque sabemos que o povo brasileiro tem o bom costume de procurar os vereadores para levar suas demandas. A CPI tem este caráter instrumental de fiscalização e conhecemos o poder de atuação desta Casa”, declarou o procurador. Segundo ele, o relatório será entregue, ainda hoje, à procuradoria competente.

O presidente da CPI, Jorge Bernardi (PDT), afirmou que a planilha do transporte coletivo abarca muitos gastos que só encarecem a tarifa para o usuário. Já Noemia Rocha (PMDB), comentou que “foi possível perceber durante as investigações que o usuário paga tudo, desde as gratuidades a outros custos”. O vereador Bruno Pessuti (PSC), relator da CPI, também participou da entrega do relatório, quando fez a apresentação dos resultados.

Atuação

Nos cinco meses de apuração, a CPI do Transporte Coletivo contou com a participação de todas as bancadas da Câmara Municipal de Curitiba. O colegiado teve como presidente e vice, respectivamente, Jorge Bernardi (PDT) e Serginho do Posto (PSDB). Na relatoria e vice, Bruno Pessuti (PSC) e Valdemir Soares (PRB).

Também integraram a Comissão Parlamentar de Inquérito os vereadores Chicarelli (PSDC), Chico do Uberaba (PMN), Cristiano Santos (PV), Geovane Fernandes (PTB), Mauro Ignacio (PSB), Noemia Rocha, Paulo Rink (PPS), Professora Josete (PT) e Tiago Gevert (PSC, que substituiu Toninho da Farmácia, do PP).

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Seleções sorteadas para jogar na Arena visitaram sede de Curitiba



Cinco das oito seleções estrangeiras sorteadas para jogar na Cidade-sede de Curitiba estiveram na capital, entre os dias 07, 08 e 09 de dezembro, fazendo visitas de inspeção em setores como Centro de Treinamento, Campo de Treinamento, Estádio da Arena e hotéis credenciados pela Match/FIFA.

Dirigentes da Espanha, Rússia, Equador, Austrália e Honduras percorreram diversos locais de Curitiba, fazendo um planejamento para sediar na cidade as suas seleções para a Copa do Mundo de 2014.

Apenas as delegações de Nigéria, Iran e Argélia não vieram conhecer os locais onde foram sorteados, deixando para visitar a Cidade-sede à partir de fevereiro. Todos já retornaram aos seus países de origem.

Os visitantes foram acompanhados por uma equipe da secopa municipal, com Rafael Mueller, Amilton Stival, Bety, Gabriel, Carla, Lis, Pedro Junior e Rosane, juntamente com uma equipe da Coordenação Geral da Copa no Paraná, composta pelo coordenador geral Mario Celso Cunha, Marco Antonio Abdanur e Alceu Mentta ‘Caxias’. Também acompanharam a visita Mark Pinheiro, gerente geral de operações FIFA no Paraná, e Camilo Gonzáles, da Match.

A seleção da Espanha visitou o CT do Caju, do Clube Atlético Paranaense, local que deverá ser confirmado como Centro de Treinamento dos campeões mundiais, passando depois pelos hotéis Mabu/CIC e Radisson. Estavam presente o travel manager da Real Federação Espanhola Antonio Limones Perez, o gerente de acomodações Felipe Freese e Gustavo Bernardo, da Match. Foram recebidos no CT do Caju pelos diretores Mauro Holzmann e Luis Greco.

A seleção de Honduras veio composta pelo gerente geral Gerardo Ramos, pelo técnico Luis Fernando Soares, pelo fisicultor Carlos Gutierrez e TLO Mauricio Manzini. Estiveram na Arena, onde assistiram um vídeo sobre o andamento das obras e o projeto original, e depois visitaram as obras, seguindo para o estádio Couto Pereira, onde conheceram o local indicado para os treinamentos (COT). Após as visitas se dirigiram para o hotel Pestana.

A seleção da Austrália veio com o técnico Ange Postecognou, diretor da Federação Australiana Gary Moretti e equipe. Estiveram no hotel Pestana, no estádio Couto Pereira e na Arena do Clube Atlético Paranaense.

A seleção do Equador esteve na Arena do Clube Atlético Paranaense, depois visitou o estádio Janguito Malucelli onde confirmou o local de treinamento, e seguiu para o hotel Radisson. Acompanhou a comitiva o coordenador geral de logística Vinício Luna, preparador físico Carlos Velasco, Luan Tonelli do COL/FIFA, Wellington Medeiros (tradutor) e Paulo César Teixeira (Abin).

A seleção da Rússia também visitou o estádio Janguito Malucelli, a Arena do Clube Atlético Paranaense e o hotel Radisson. Veio com a Team Manager Evgeny Savin, Travel Maneger Elisabette Bartoszcze e o Chefe de Segurança Dmitry Vinogradov.

Numa visão geral todos elogiaram a cidade e os locais visitados. Gostaram muito do gramado do estádio J. Malucelli e do CT do Caju. Inclusive a Seleção da Espanha, que deverá vir à Curitiba com um total de 70 integrantes, pretende ficar no CT atleticano já em fevereiro, quando participará da reunião da FIFA, a ser realizada no Costão do Santinho (Florianópolis - SC), que terá as 32 seleções da Copa do Mundo de 2014.

A preocupação de todos era conhecer os locais de treinamento e o estádio da Copa. Lamentaram apenas que o gramado da Arena ficará pronto somente em janeiro, pois gostariam de ver a qualidade do gramado já instalado. Mas, visitaram os locais de vestiários e áreas de circulação, ficando satisfeitos com estes setores.

Fotos: Coordenação Geral da Copa do Mundo no Paraná

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Violência no jogo Atlético Paranaense X Vasco foi preparada pela torcida vascaína



A grande maioria dos comentaristas do país dava como certa a vitória do Clube Atlético Paranaense no jogo realizado ontem na Arena Joinville, por diversos motivos, entre os quais o histórico de cada equipe e o desespero do time carioca para fugir da segunda divisão.
Para evitar o rebaixamento e jogar a decisão para os tribunais desportivos, onde os cartolas cariocas costumam levar a melhor, com apoio da chamada grande imprensa, a torcida organizada do Vasco da Gama preparou com antecedência a violência deflagrada na Arena Joinville, como provam os artefatos que alguns vascaínos portavam.
A essa atitude antidesportiva – não rara no futebol brasileiro – somou-se a incompetência do comando da Polícia Militar de Santa Catarina, que se recusou a colocar policiais em campo, mesmo sabendo da visível possibilidade de brigas anunciadas pelas redes sociais da torcida organizada do Vasco. Confrontado pela imprensa, o comandante da PM no jogo realizado denunciou – irresponsavelmente - que a culpa seria do Ministério Público de SC, que teria impedido a presença de policiais militares no estádio. Afirmação desmentida depois pelo órgão da Justiça catarinense.
Portanto, a culpa da violência e selvageria verificada na Arena Joinville não é da torcida organizada do Atlético Paranaense, mas da torcida vascaína, a única interessada em tumultuar o bom andamento da partida que mostrava a vitória atleticana desde os primeiros minutos de jogo.
As grandes redes de televisão, sediadas no Rio de Janeiro, acusavam ambas as torcidas pela violência no estádio, contrariando as cenas por eles mesmos gravaram provando que foi a torcida vascaína quem rompeu os alambrados e invadiu o espaço destinado à torcida atleticana, iniciando a briga e a violência que resultou em quatro torcedores feridos.
Nos minutos que se seguiram ao confronto, alguns canais de televisão noticiavam a morte de alguns torcedores, incluindo “depoimentos” de radialistas catarinenses, para pressionar o árbitro a encerrar a partida.
Diante da invasão de seu espaço, a torcida atleticana – os Fanáticos – reagiu e impediu que os vascaínos agredissem os torcedores pais de famílias que se encontravam no local com mulheres e crianças. Portanto, a organizada do Atlético impediu que a tragédia tivesse resultados trágicos para a história do nosso futebol.
Em resumo, a violência na Arena Joinville foi uma estratégia frustrada de uma torcida organizada conhecida por atos de vandalismo e bandidagem, exatamente parte da torcida organizada vascaína que promoveu os episódios vergonhosos que o Brasil e o mundo assistiram horrorizados.

domingo, 8 de dezembro de 2013

EXPOSIÇÃO DE ARTESANATO DA RPD COREIA EM CURITIBA FOI UM SUCESSO



Mais de 2 mil pessoas visitaram a Exposição de Arte Coreana no Largo da Ordem nos dias 6, 7 e 8 deste mês.
Diversas obras literárias sobre a política e a cultura coreana foram expostas, além de fotografias mostrando a modernidade das principais cidades daquele país.
O artesanato também foi apresentado, mostrando técnicas milenares como a confecção de quadros com pó de conchas marinhas, rochas e árvores. Quadros bordados em seda coreana fizeram sucesso, além de pinturas tradicionais.
O sucesso da exposição levou os organizadores a planejar a realização do evento nos meses de março e abril nas cidades de Foz do Iguaçu, Londrina e Maringá.
A promoção foi do Comitê Brasileiro de Solidariedade à RPD Coreia (sede em Curitiba) e Embaixada da RPD Coreia, com o apoio do Jornal Água Verde, jornal Gazeta do Santa Cândida, Colégio Dynâmico e Cebrapaz-PR.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Exposição de Arte Coreana no Largo da Ordem, neste sábado e domingo em Curitiba



Está fazendo sucesso a Exposição de Arte Coreana promovida pela Embaixada da RPD Coreia e Comitê Brasileiro de Solidariedade a RPD Coreia (Curitiba) no Largo da Ordem, no Colégio Dynâmico, em frente ao Bebedouro.
Centenas de visitantes percorreram a exposição que reúne quadros pintados com diversas técnicas, incluindo algumas desconhecidas no Brasil, como pedaços de conchas marinhas. Quadros bordados com seda coreana, selos antigos e atuais, livros, fotografias, leques, esculturas e artesanatos diversos fazem parte do acervo que chegou a Curitiba depois de passar por São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.
A exposição continua neste sábado e domingo, dias 7 e 8 de dezembro, das 9 às 19 horas. A entrada é franca e aberta ao público em geral. Trata-se de uma grande oportunidade para o público curitibano conhecer a cultura de um país que a imprensa ocidental raramente noticia.