O QUE A MÍDIA ESCONDE SOBRE A NICARÁGUA

por Sayd Tenório Tem-se falado muito da Nicarágua e de falas do presidente e líder sandinista, Daniel Ortega, que teria afirmado perante uma multidão que “não haverá mais eleições”. Mas não se falou dos impressionantes resultados alcançados pela Nicarágua nos últimos 48 anos, ou seja, desde a guerra civil que depôs um governo inteiramente composto por membros da mesma oligarquia familiar, crescidos, educados e doutrinados nos EUA. Em 1979, a extrema pobreza cobria 80% da população, hoje 7%. O analfabetismo atingia 87% da população e hoje não excede 12%; então, havia 20.000 estudantes cursando o ensino superior, hoje são 200.000. A mortalidade infantil era de 100 por mil recém-nascidos e hoje é de 13. O Produto Interno Bruto nominal era de 1,5 mil milhões de dólares e hoje ascende a 22 mil milhões. A maioria da população urbana e rural não tinha água potável nem acesso a luz eléctrica, e hoje 80% das localidades dispõem de ambos. A estatística raramente falha e, no caso da Nicarágua, é o melhor atestado.