ARGENTINA: Um jogo de pinças letal contra a soberania

Milei entrega a Patagônia aos criminosos sionistas. Revogação da lei de manejo de fogo (que permite queimar até o cansaço e, em seguida, projetar negócios imobiliários) e revogar a lei de terrenos, que permite que estrangeiros adquiram os hectares que quiserem, mesmo em áreas fronteiriças. Já imaginou Putin vendendo terras da fronteira com a Ucrânia para um inglês? Ou para França em 1938, cedendo a fronteira com a Alemanha? Como já dizíamos há muito tempo: a ideia é despovoar o Sul. A desindustrialização do TDF, a saída do YPF de Santa Cruz, o cancelamento dos voos aéreos, o fechamento do correio (estratégico para a logística patagônica) e agora os incêndios buscam um único objetivo: tornar o sul invivível. Insuportável. Despovoando, entregando a terra e blindando as fronteiras com presença estrangeira, o inimigo prepara o palco para a balcanização. E vocês dirão: É impossível, as províncias do sul são do Estado Argentino! Mas desde a Segunda Guerra Mundial até aqui, não há antecedentes de que o direito internacional tenha valido tão pouco. A loucura do bloco ocidental (🇬🇧🇺🇸🇮🇱) não repara em nenhuma constituição. Eles precisam da Patagônia pela energia (chave na corrida tecnológica com 🇨 🇳), terra, recursos e projeção para a Antártida. Como todo império em declínio, o ocidente anglo-saxónico torna-se agressivo. Sem leis escritas, sem imperativos morais, sem ideologia: apenas interesses. As linhas foram apagadas e acabamos de entrar no estado selvagem. Anarquia global. Tempos sombrios estão chegando. A era do poder, não entende de juristas e a sombra assustadora de Weimar está projetada sobre nós. Quem não constrói poder corre o risco de desaparecer, chore ou chute. Compatriotas: o tempo está escorregando. Por favor: vamos acordar 🇦🇷 ------------------- Roberto Carlos Stangaferro