Massiva onda de ataques contra o território ucraniano

NR - A imprensa brasileira diariamente afirma que a Ucrânia está vencendo a guerra. Mas na realidade o país já perdeu mais de 1/3 do seu território, libertado pelos russos na Operação Especial de desnazificação. A matéria a seguir desmente a imprensa ocidental a serviço da mentira que gera mortes e massacres financiados por EUA/OTAN e União Europeia. por Carlos Alberto Bento da Silva Nesta madrugada de 6 de outubro de 2026, as Forças Armadas russas realizaram uma nova e massiva onda de ataques contra o território ucraniano. Conforme dados oficiais da Defesa Aérea da Ucrânia, os ataques envolveram uma investida persistente que se estendeu até o início da manhã. Abaixo apresento os detalhes sobre as armas, os alvos, as vítimas e a situação técnica da infraestrutura atingida: As armas e as novas tecnologias utilizadas A Rússia disparou um total de 137 drones de ataque contra as regiões civis e estratégicas. As forças ucranianas conseguiram abater ou neutralizar eletronicamente 114 desses artefatos. A ofensiva marcou o uso em larga escala de uma nova doutrina militar russa que combina mísseis híbridos e drones de baixo custo projetados para confundir as defesas: • Drones Shahed-136/131: modelos tradicionais de fabricação iraniana, incluindo 49 variantes equipadas com motor a jato de alta velocidade. • Mísseis-drone Banderol e Dan-T: novos armamentos que funcionam como propulsores a jato com asas. Voam a velocidades próximas às de um míssil de cruzeiro tradicional, mas carregam a eletrônica barata e a carga explosiva de um drone, barateando o custo russo. • Drones Gerbera: versões menores e simplificadas feitas com espuma compensada e plástico bolha. Não exigem materiais caros, mas carregam câmeras avançadas para transmitir imagens em tempo real das posições de defesa da Ucrânia. • Drones Isca "Parodiya": Aeronaves sem explosivos equipadas com uma lente especial que simula o tamanho de um caça ou míssil pesado nos radares, com o único objetivo de forçar a Ucrânia a gastar munição antiaérea cara com alvos falsos.
Os Alvos e a Situação da Rede Elétrica Os ataques russos atingiram pelo menos 17 locais diferentes, afetando áreas residenciais e setores estratégicos do país: • Centros de dados e redes de TI: Foram desferidos ataques contra centros de processamento de dados nas principais metrópoles da Ucrânia. • Zaporizhzhia: Uma ponte estratégica sobre o rio Dnipro foi bombardeada, o que causou danos severos à estrutura e suspendeu completamente a circulação local. • Kharkiv: A segunda maior cidade do país voltou a ser severamente castigada, sofrendo impactos em mais de uma dezena de prédios residenciais. • Poltava: Uma infraestrutura de energia foi diretamente atingida por um drone, gerando um apagão imediato que deixou cerca de 22 mil consumidores (residências, comércios e hospitais de campanha) sem eletricidade. Equipes de engenharia estimam que os reparos estruturais nos transformadores danificados levem cerca de 48 horas devido à severidade do incêndio. Geradores industriais de grande porte foram acionados para manter os serviços essenciais nas áreas mais críticas. Vítimas e Danos Até o momento, os balanços iniciais das autoridades regionais apontam: • Kharkiv: Pelo menos uma pessoa morreu e outras seis ficaram feridas no bombardeio contra os edifícios residenciais. • Zaporizhzhia: Duas pessoas ficaram feridas após a queda do bombardeio na ponte do rio Dnipro. • Mar Negro: Houve também um ataque paralelo com drones russos contra um cargueiro civil de bandeira turca que transportava milho, resultando em duas pessoas mortas. Na mesma madrugada, a Ucrânia também respondeu com uma de suas maiores contraofensivas, lançando 650 drones em direção à região de Moscou e afetando depósitos de combustível russos.