Governo de Kiev promove novo ataque terrorista. Desta vez contra o Kremlin.

Ontem o governo de Kiev, com apoio de militares norte-americanos e britânicos, promoveu novo ataque terrorista ao solo russo, disparando drones kamikazes contra o Kremlin em Moscou. O objetivo do governo ucraniano era assassinar o presidente russo Vladimir Putin, mas os drones foram abatidos antes que acertassem seus alvos. De forma covarde e traiçoeira, o presidente Zelenski fugiu para a Finlândia, temendo a resposta da Rússia. Ao quebrar o acordo tácito de não atacar sedes, símbolos do poder e principalmente os chefes de Estado, a Ucrânia, certamente instruída e guiada por ajuda externa (EUA e Grã-Bretanha), expõe-se a retaliações terríveis. A Rússia evitou até o presente atacar a Praça Maidan, o palácio presidencial de Zelensky e o parlamento de Kiev, assegurando, até, que jamais visaria a liderança do regime adversário. Ao quebrar esse acordo, o governo da Ucrânia expõe-se às consequências. A fuga precipitada de Zelensky para a Finlândia, viagem que foi decidida na passada madrugada e deixou as autoridades e a imprensa finlandesas espantadas, não deixa de ser sintomática do medo de represálias. A Rússia tem potencial para riscar Kiev - e Londres, e Berlim, e qualquer capital europeia - do mapa no momento que desejar. A ação terrorista de Kiev se soma a outras ações terroristas como o assassinato de opositores, assassinato e torturas de prisioneiros, bombardeios de áreas civís nas repúblicas separatistas etc, e tudo isso sob o silêncio criminoso da mídiao ocidental e das Nações Unidas.