O MAIOR CRIMINOSO DE GUERRA DO IMPÉRIO BRASILEIRO

Un Paraguayo nunca se rinde ------ O maior sádico criminoso da Guerra do Paraguai foi o Conde D ́Eu, genro do imperador brasileiro Pedro II, que substituiu Caxias na direção da guerra. Na batalha de Piribebuy em que morre o general brasileiro Mena Barreto (Casal sentimental do Conde segundo alguns), a fúria vingativa do conde manda degolar todo o exército vencido, incluindo o Comandante Pedro Pablo Caballero. O Conde D ́Eu não só dá a ordem, mas, segundo testemunhos, testemunhou “pálido e imperturbável” todo o degollo. Mas não acaba aí a sua vingança: manda fechar o hospital de Piribebuy e com todos os doentes e feridos lá dentro, manda-o pegar fogo. O hospital ficou cercado pelas tropas brasileiras, que sob a ponta de baioneta por ordem desse louco, empurravam para a fogueira aqueles que conseguiam escapar das chamas. J.J.Chiavenatto diz textualmente que “Não se conhece na história da América do Sul, pelo menos nenhum crime mais fedorento do que esse. Incendiar um hospital e matar os doentes. Queimar velhos e criaturas! É difícil determinar qual foi o pior dos crimes desse sádico louco. Depois da batalha de Acosta Nú, em que um grupo de três mil e quinhentos crianças são massacradas por vinte mil veteranos brasileiros, ao cair da tarde, quando as mães das criaturas saem do monte circundante para assisti-las ou dar-lhes sepultura, o sádico príncipe manda incendiar o campo envolvendo mães e filhos em uma fogueira. O mesmo historiador brasileiro diz que “As tropas aliadas que cometeram tais crimes – os mais fedorentos deles sob o comando de Conde D ́Eu – agindo por conta de governos que se esforçaram em apresentar o mundo ao Paraguai como um covil de bárbaros, a guerra como forma de redenção dos paraguaios das garras de Francisco Solano Lopez. Nunca o crime de guerra esteve tão intimamente ligado à calúnia, infâmia e mentira. Nunca se viu tanta vergonha na América.” Os crimes dos aliados não têm exemplo na América, e em apenas um ano no comando do exército, o sádico D'Eu leva todos os louros da infâmia e da ignomínia. ----------------- Fontes: - Rosa, José María – A Guerra do Paraguai e as Montoneras Argentinas – Buenos Aires (1985). - Garcia Mellid. Atílio. "Processo aos falsificadores das histórias do Paraguai"(1965) - Chiavenatto, Júlio José. Genocídio americano: A Guerra do Paraguai. São Paulo - Castagnino L. Guerra do Paraguai. A Tripe Aliança contra os países de Prata. - A Gazeta Federal