Brasileiras (os) integram a Flotilha Global Sumud

A Deputada federal Luizianne Lins (PT-CE) integra missão internacional de ajuda humanitária a Gaza, A jornalista, professora doutora em Comunicação e ex-prefeita de Fortaleza, embarcou no fim de agosto para a Sicília, na Itália, para integrar a Global Sumud Flotilla, uma iniciativa internacional de assistência humanitária a Gaza. O movimento, articulado por uma ampla coalizão da sociedade civil mundial, mobiliza dezenas de embarcações com o objetivo de levar ajuda urgente a crianças e civis palestinos. A flotilha reúne ativistas, profissionais de saúde, juristas, jornalistas, artistas e parlamentares de mais de 40 países, em uma demonstração global de solidariedade ao povo palestino. ---------- Parem o genocídio !! acabar com a ocupação israelense !! ----------- Instagram https://www.instagram.com/p/DOQ_E_zDIcq/ X https://x.com/Ibraspal/status/1964346403871727936 --------------------------------- Conheça os três integrantes do PSOL na Global Sumud Flotilla
A delegação brasileira da Global Sumud Flotilla conta com três integrantes que são filiados ao PSOL: Gabi Tolotti, presidente do partido no Rio Grande do Sul e chefe de gabinete da deputada Luciana Genro; Mariana Conti, vereadora em Campinas; e Nicolas Calabrese, professor de Educação Física e militante da Rede Emancipa no Rio de Janeiro. Os três já estão em Barcelona, de onde a flotilha deve partir no dia 31 de agosto. A Global Sumud Flotilla (Flotilha da Resiliência Global) é o mais novo esforço da coalizão internacional Flotilha da Liberdade para romper o bloqueio a Gaza e abrir um corredor humanitário. São 44 países e mais de 300 pessoas envolvidas nesta mobilização, que tem no brasileiro Thiago Ávila um dos principais organizadores. A delegação brasileira, representada por Gabi Tolotti, conta com mais de dez integrantes, entre ativistas pela Palestina, figuras com forte presença nas redes sociais e parlamentares, além do próprio Thiago Ávila. “A Global Sumud Flotilha é parte fundamental da luta para abrir um corredor humanitário e levar mantimentos, medicamentos e, sobretudo, esperança ao povo palestino. A esperança de que, diante da inação da maioria dos governos e líderes mundiais, a solidariedade ativa, internacional e internacionalista, da sociedade civil global pode fazer a diferença, denunciar o genocídio e voltar todos os olhos do mundo a Gaza”, disse Gabi Tolotti. Para a vereadora Mariana Conti, a flotilha “é uma ação civil pacífica, não violenta, que busca abrir um corredor humanitário e dar visibilidade ao que está acontecendo em Gaza. O cerco estabelecido por Israel é ilegal perante o direito internacional e constitui crime de guerra”, afirmou. Já Nicolas Calabrese considera que a iniciativa mobiliza o mundo na denúncia do genocídio e no combate ao uso da fome como arma de guerra. “Israel está matando a população de Gaza de fome, dentro de um contexto onde mais de 60 mil já foram massacrados no genocídio em curso. Furar o bloqueio a Gaza é uma necessidade humanitária e a Flotilha se lança, mais uma vez, nesta missão histórica”. https://www.facebook.com/share/17AGaNhbSo/