Sob o pretexto de combater a corrupção, a Operação Lava Jato operou uma verdadeira demolição controlada da economia brasileira. O que foi vendido como limpeza, entregou, na verdade, um rastro de destruição que o Brasil ainda tenta processar.
Os números não mentem e são de assustar: R$ 172,2 bilhões em investimentos que simplesmente evaporaram; 3,6% do PIB nacional subtraídos da nossa riqueza; e, 4,4 milhões de empregos extintos.
Enquanto o país assistia ao espetáculo midiático, setores estratégicos como a construção civil e o mercado de óleo e gás eram asfixiados. Em apenas quatro anos, retrocedemos uma década. Para cada R$ 1 investido na construção, uma cadeia inteira de aço, transporte e engenharia se movimenta — ao travar esse motor, a Lava Jato travou o Brasil.
Enquanto as gigantes da construção civil colapsavam, o mercado internacional agradecia. Nossas exportações de engenharia desabaram 85%, abrindo espaço para competidores estrangeiros, enquanto multas bilionárias eram enviadas para os cofres dos EUA. Coincidência? Ou um projeto de poder muito bem executado?
A verdade é amarga: a devastação econômica não foi um efeito colateral; foi o terreno preparado. No balanço final das cinzas, resta a lição de que a justiça, quando se despe para vestir-se de poder, acaba por esculpir com as mãos da lei o pedestal onde o autoritarismo fincará sua bandeira.
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