(Foto: Ester Roloffo e Divulgação/Novo)
Portal Mareli Martins
A deputada federal e ex-ministra de Relações institucionais do governo Lula, Glesi Hoffmann (PT), esteve em Ponta Grossa nesta sexta-feira (29), onde participou de uma visita técnica ao novo Centro de Radioterapia da Santa Casa para o atendimento do Sistema Único de Saúde o SUS).
Durante a coletiva de imprensa, Glesi foi questionada pelo Portal Mareli Martins, sobre sua pré-candidatura ao Senado, a pré-candidatura de Requião Filho (PDT) e sobre a polêmica pré-candidatura de seu adversário político, Deltan Dallagnol (Novo), que ainda não provou sua elegibilidade.
O ex-procurador da República teve o mandato de deputado federal cassado em 2023 por ter tentado burlar a Lei do Ficha Limpa. Mesmo com problemas de elegibilidade, Dallagnol fará o lançamento de sua pré-candidatura nesta sexta-feira (29), quando também será lançado o nome do senador Sergio Moro (PL) ao Governo do Paraná.
Gleisi afirmou que Deltan está enganando a população. “Acho que seria muito importante ele, nesse lançamento, levar a sua certidão eleitoral, pra mostrar para o povo do Paraná se ele está elegível ou não está elegível. Não tem problema nenhum ele disputar a eleição, todo mundo tem legitimidade, o que você não pode é enganar a pessoa, não estar elegível e ir lá disputar a eleição e enganar as pessoas. Você não consegue nem fazer um debate numa situação dessa, fazer um debate com alguém que não vai poder fazer a disputa eleitoral”, disse a deputada.
Glesi Hoffmann falou sobre a decisão do ministro Gilmar Mendes, mais uma decisão que derrubou a censura de Deltan e do Partido Novo contra a imprensa e pessoas que questionaram a sua elegibilidade, incluindo o Portal Mareli Martins.
“O ministro Gilmar Mendes deu uma decisão recente, aliás, você Mareli também recebeu uma decisão sobre isso, dizendo que o processo que está no Tribunal Superior Eleitoral relata bem a situação do Deltan, ou seja, ele foi condenado pela lei da ficha limpa, porque renunciou ao Ministério Público pra não responder processo, portanto ficou ficha suja e pela lei da ficha limpa, essa situação dá oito anos de inelegibilidade. Está lá, não sou eu que estou dizendo, está lá e está no processo. Então eu acho que para o bem do povo do Paraná e para ele não enganar as pessoas ele devia levar no lançamento a certidão”, destacou.
