Diálogos do Sul Global
O crescimento explosivo das igrejas evangélicas na América Latina não teria sido apenas um fenômeno religioso espontâneo. A reportagem investiga documentos, operações da Guerra Fria e estratégias de influência ligadas aos Estados Unidos para conter movimentos populares e enfraquecer a Teologia da Libertação. ()
O texto mostra como religião, anticomunismo e geopolítica passaram a caminhar juntos em um projeto de poder que ajudou a remodelar o cenário político brasileiro nas últimas décadas. ()
👉 A fé como arma geopolítica: A reportagem aponta que missões evangélicas receberam apoio indireto dentro da estratégia dos EUA para combater movimentos de esquerda na América Latina. ()
👉 Teologia da Libertação sufocada: Enquanto setores progressistas da Igreja Católica defendiam justiça social e organização popular, avançava uma nova estrutura religiosa alinhada ao conservadorismo político. ()
👉 Do púlpito ao Congresso: O texto conecta a expansão das igrejas neopentecostais à construção de uma força política organizada que hoje influencia eleições, costumes e decisões do Estado brasileiro. ()
👉 Projeto de poder transnacional: Mais do que religião, a reportagem descreve a formação de uma rede internacional que mistura mídia, financiamento, influência cultural e disputa ideológica. ()
“Sob o véu da liberdade religiosa, cruzadas evangelísticas brotavam por todo o país.”
O crescimento do poder evangélico foi apenas uma transformação religiosa ou parte de uma estratégia geopolítica maior durante a Guerra Fria?
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