Disseram a você que Gaddafi era um louco: insano, implacável — que nada do que ele dizia valia a pena ouvir. Que não havia nada para ver ali.
Mas e se Gaddafi tivesse subido à tribuna da ONU e dito exatamente o que eles fariam: criar o próprio vírus e vender os antídotos a você?
É isso que a mídia, a indústria farmacêutica e os "guardiões da informação" não querem que você entenda:
"Ele avisou antes de acontecer." Anos antes da COVID-19, antes dos lockdowns, antes da obrigatoriedade de vacinas — Gaddafi descreveu o plano em termos claros nas Nações Unidas. Criar o problema. Vender a solução. Controlar a população. Riram dele naquela época. Agora ele está morto, e você viveu exatamente o que ele previu.
"Mataram-no por dizer a verdade." Gaddafi não foi morto por ser um ditador. Ditadores existem aos montes. Mataram-no porque ele subiu a um palco global e denunciou a conspiração. Não em um vídeo no YouTube. Não em um blog obscuro. Nas Nações Unidas. E, poucos anos depois, ele foi arrastado pelas ruas. Silenciar o mensageiro. Enterrar a mensagem. Torcer para que ninguém se lembre da gravação.
"O vírus. O antídoto. Os lucros." Tudo o que ele disse se concretizou. Uma pandemia planejada. Desenvolvimento rápido de vacinas. Bilhões em lucros para as mesmas empresas que financiaram a pesquisa. Você não precisa acreditar que Gaddafi era um homem bom. Só precisa perguntar: como ele sabia? E por que se certificaram de que ele não pudesse contar a mais ninguém?
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