O acordo entre Israel e Líbano, mediado pelos EUA, é uma farsa diplomática que ignora a realidade soberana do povo libanês. Sob o pretexto de um cessar-fogo, o documento tenta legalizar a "Linha Amarela" — uma zona de ocupação militar de 10 km dentro do Líbano, replicando o modelo de controle imposto em Gaza.
Mais do que uma violação territorial, essa manobra busca fomentar uma fratura interna no Líbano, tentando empurrar o exército nacional para um confronto direto com a resistência. Para o projeto colonial sionista, um Líbano fragmentado e em conflito civil é o cenário ideal para consolidar o expansionismo sem oposição unificada.
A resistência libanesa já deixou claro: soberania não se negocia em Washington. O destino do Líbano e da região não será decidido por memorandos natimortos, mas pela unidade das frentes e pela resiliência contra o cerco colonial que tenta sufocar a Palestina e seus aliados.
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