A visita "secreta" do chefe da CIA, Ratcliffe, gerou versões fantasiosas na mídia canalha. Os jornais e tvs mais puxa-sacos do Ocidente publicaram que o incompetente Ratcliffe teria ido ameaçar a Rússia para cessar os ataques à Ucrânia, e pedir para Putin interceder junto ao líder iraniano para abrir o Estreito de Ormuz.
Em primeiro lugar, qualquer autoridade que fosse pressionar a Rússia, nem desembarcaria no aeroporto. Em segundo lugar, deter a Operação Especial de Desnazificação da Ucrânia
seria perda de tempo.
Os russos detonaram os portos e sistemas de abastecimento da Ucrânia. Nada entra e nada sai do país, a não ser pequenos volumes que representam ninharia. A queda do governo ucraniano,fantoche da OTAN, é uma questão de poucos meses.
O Estreito de Ormuz está aberto para a Rússia, China, Paquistão, Índia e países aliados, e fechado para EUA, israel, monarquias do Golfo e países europeus, isto é, os covardes que apoiam o genocídio em Gaza, Cisjordânia e Sul do Líbano.
O Kremlin confirmou que Ratcliffe se reuniu diretamente com responsáveis dos serviços de informação e segurança russos, mas não se encontrou com Putin.
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, garantiu que o diretor da CIA não se reuniu com o presidente Vladimir Putin,
Segundo o The Wall Street Journal, os EUA recolheram informações que mostram os preparativos iniciais da Rússia para uma possível mobilização militar na Ucrânia e planos para testar a determinação da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). Ora, a Rússia não precisa mobilizar seus 2 milhões de reservistas para destroçar a Ucrânia. A última campanha para combatentes voluntários russos atingiu a meta de 200.000 combatentes voluntários, e a nova campanha atingirá mais 200.000. Número mais que suficiente para derribar Zelenski, cocainômano sionista corrupto sustentado por EUA, França, Alemanha e Inglaterra.
Alguns analistas sérios afirmam que a imprensa mente descaradamente.
Kiev e OTAN estão a aproximar-se gradualmente da derrota no conflito com Moscou, afirmou o antigo ministro da Defesa Nikolai Fedorov.
"Penso que chegámos a um ponto de virada que determinará a nossa trajetória futura. Mas parece que estamos a perdê-la aos poucos", disse em entrevista à Reuters.
A Ucrânia tem apenas alguns meses — precisamente cronometrados com a chegada do que agora se prevê ser um inverno brutal e implacável, no qual uma Ucrânia debilitada, sem defesa aérea e com a geração de energia à beira do colapso, tentará resistir a um implacável ataque balístico russo contra as suas infraestruturas críticas. Parece que as elites ucranianas estão percebendo a situação, e a CIA e outros patrocinadores e influenciadores ocidentais estão a mobilizar-se para fazer um último esforço para dissuadir o poderio russo de destruir o satélite anteriormente conhecido como Proxy-404.
Os EUA sabem que o governo de Zelenski cairá em breve, e Ratcliffe foi avisar o governo russo que estão caindo fora da barca furada. Que a política norte-americana mudou em relação à Ucrânia. Afinal, os ratos são os primeiros a pular fora quando o navio começa a afundar.
