por Carlos Alberto Benti da Silva
A Rússia lançou uma vasta onda de ataques coordenados com mísseis e drones contra várias regiões da Ucrânia ao longo do dia e na madrugada de 23 de setembro de 2026. A ofensiva ocorreu em meio à participação do presidente Volodymyr Zelensky na Assembleia Geral da ONU.
🚀 Armas Utilizadas
De acordo com os relatórios das Forças de Defesa da Ucrânia, foram detectados e neutralizados mais de 227 alvos aéreos, que incluíram:
Mísseis antinavio Zircon: 4 unidades interceptadas.
Mísseis Balísticos: 3 unidades (envolvendo sistemas Iskander-M, S-400 e KN-23).
Drones de Ataque: 219 veículos aéreos não tripulados, incluindo os tradicionais modelos Shahed e os novos drones com motores a jato, caracterizados por voarem mais rápido e em altitudes elevadas, dificultando a interceptação.
🗺️ Impactos e Vítimas por Região
Região de Kiev (capital).
Kiev sofreu uma investida violenta e prolongada que durou horas, estendendo-se pela madrugada e manhã.
Alvos atingidos: infraestrutura ferroviária (incluindo o mercado modernista perto da estação central), duas redes de postos de gasolina, armazéns, prédios residenciais, um centro comercial, uma universidade e a fábrica farmacêutica Darnytsia. Os bombardeios também derrubaram servidores de dados, deixando 100 mil residências sem internet.
Vítimas: pelo menos 2 mortos e mais de 45 feridos.
Região de Donetsk (Leste)
Bombardeios pesados na linha de frente continuaram assolando a província.
Alvos atingidos: O vilarejo de Oleksandrivka, próximo à cidade estratégica de Kramatorsk, foi bombardeado diretamente com quatro bombas aéreas guiadas russas.
Vítimas: 5 civis mortos e pelo menos 6 feridos.
Região de Odesa (Sul)
A infraestrutura portuária e médica no Mar Negro foi o segundo alvo principal da investida russa.
Alvos atingidos: O Ministério da Defesa russo alegou ter atingido centros logísticos e de telecomunicações militares. Autoridades locais relataram danos severos a uma instalação médica, além de janelas estouradas em casas e uma escola nos arredores.
Vítimas: pelo menos 2 feridos na região.
O Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia condenou veementemente as ações e ressaltou que os alvos se concentraram em debilitar serviços civis essenciais antes do inverno.
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