O DIA EM QUE GADDAFI FERROU COM A VIDA DE DONALD TRUMP

por José Gil * Ao ser convidado a discursar na ONU, em setembro de 2009, o então líder líbio Muammar Gaddafi - como sempre fazia em viagens internacionais -, procurou armar sua famosa tenda beduína em Nova York, nos Estados Unidos, mas teve os planos barrados por autoridades locais e pressões políticas dos sionistas (banqueiros e donos de mídia judeus sionistas) que controlam e dominam os meios de comunicação, a internet e o governo norte-americano. Gaddafi viajava acompanhado de sua tenda beduína, para manter suas origens nômades, e por não confiar nos hotéis estrangeiros onde agentes da CIA e Mossad enveneraram vários dirigentes políticos em diversos países. Ao tentar obter permissão em Manhattan para armar sua tenda no Central Park, em Nova York, ou em uma propriedade da embaixada da Líbia em Nova Jersey, os pedidos foram negados pelas autoridades dominadas pelo lobby sionista. Os rabinos sionistas emitiram uma ameaça para que nenhuma empresa ou autoridade alugasse ou permitisse a instalação da tenda de Gaddafi, tentando boicotar a presença do líder líbio. Foi então que os diplomatas líbios recorreram a um empresário do ramo imobiliário com fama de ganancioso, chamado Donald Trump. A princípio Trump recusou a proposta, mas depois de receber uma segunda proposta milionária - até hoje não se sabe quantos milhões de dólares Trump recebeu do governo da Jamahiriya Árabe Popular Socialista da Líbia -, ele concordou em alugar um amplo terreno de 45 hectares de sua propriedade em Seven Springs, em Bedford - um subúrbio luxuoso de Nova York. Dessa forma Gaddafi venceu a maior força política estrangeira que controla e domina o governo e a mídia estadunidense, o sionismo judáico, que financia grande parte dos políticos daquele país. A vitória de Gaddafi custou caro para Donald Trump. A partir daquele dia os sionistas deixaram de confiar em Trump, e passaram a organizar um plano para dominá-lo e submetê-lo totalmente aos interesses de israel (com letra minúscula mesmo, porque é uma estado fake). Foi assim que nasceu a operação Epstein. O agente do Mossad, Jefrey Epstein, amigo de festas dos magnatas novaiorquinos, ficou encarregado de atrair Trump para uma armadilha que o transformaria num escravo permanente dos interesses sionistas.
Jefrey Epstein montou uma operação envolvendo Trump em concursos de beleza de crianças, sabendo de sua pedofilia. Montou uma ilha onde promovia e financiava - com dinheiro do governo de israel - orgias e estupros de crianças e adolescentes. E tudo foi devidamente fotografado e filmado para submeter Donald Trump a uma chantagem sem precendentes que dura até os dias de hoje. Desde então Donald Trump não passa de uma marionete dominada e controlada pelos sionistas. A guerra ao Irã, por exemplo, foi determinada pelo governo de Netanyahu, o "açougueiro de Gaza". Na guerra ao Irã os EUA estão sendo derrotados e humilhados. Centenas de soldados norte-americanos perderam as vidas e bilhões de dólares foram gastos para favorecer os interesses criminosos e terroristas de israel. O mundo inteiro está pagando por essa guerra que é fruto de uma chantagem sexual; e Gaddafi foi o primeiro a revelar ao mundo a verdadeira face de Donald Trump. * José Gil, o autor, é ex-presidente do Conselho Nacional de Cineclubes e ex-coordenador do Movimento Democracia Direta do Paraná.