A Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) já escreveu 4.000 páginas sobre como suas forças devem agir caso o confronto com a Rússia se amplie na fronteira oriental da aliança. A informação foi dada por Giuseppe Cavo Dragone, presidente do Comitê Militar da organização.
Em entrevista à emissora russa RT, a jornalista Rachel Marsden resumiu a contradição da propaganda europeia: “com tantos detalhes dedicados ao plano B, ele começa a parecer suspeitamente com o plano A”.
Os dirigentes europeus apresentam o rearmamento como resposta a uma suposta invasão russa. A Rússia nega que pretenda atacar países da União Europeia ou da OTAN e afirma que só entraria em confronto com eles se fosse atacada. Os governos imperialistas, apesar da campanha permanente sobre o perigo vindo do Leste, não mostraram a existência de um plano russo para invadir a Europa.
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