Com Putin, assim como foi com Kim Jong Un, "o buraco é mais embaixo".

Com a mesma forma de teatro, com que Trump fez com o líder norte-coreano (que nao quer ver o "laranjão" nem pintado), agora será o experiente Putin, que dá as cartas. No final destas infrutíferas reuniões(tem mais uma hoje, entre Trump, Zelensky e alguns líderes europeus em Washington) Putin já declarou, que só assinará qualquer acordo, com o reconhecimento dos plebiscitos dos territórios de maioria étnica russa (os territórios russos do período do Império, da CCPP/URSS). A Ucrânia por ter se associado a Otan perdeu a confiança e credibilidade com a Rússia, e a Rússia não somente exige que a Criméia, e agora Donbass (Donetsk,Luhansk), Kherson e Zaporizhzhia, territórios consagrados na constituição russa, sejam considerados russos e inegociáveis, e para um cessar-fogo, Putin exige a retirada completa das tropas ucranianas dessas regiões, a interrupção do apoio militar ocidental à Ucrânia, a limitação do exército ucraniano, a renúncia de Kiev à adesão à OTAN, como condições para a paz. Na verdade, Trump vai chantagear Zelensky, até ficar com as terras raras da Ucrânia..." ------------------------ (Copy by Edson Kalil Nasser) Via Raí Araujo -------------------------- NR - O tempo corre contra a Ucrânia. Se demorar mais alguns meses, os russos chegam nas portas de Kiev.