Por Thomas de Toledo -------------
A imprensa brasileira, que se acostumou a ser capacho dos Estados Unidos, prenunciava o fim do mundo quando vigorasse o tarifaço de Donald Trump contra o Brasil. O governo Lula e os diplomatas, ao contrário, agiram nos bastidores.
Enquanto o traidor da pátria, Eduardo Bolsonaro, apostava em piorar cada vez mais, delegações de ministros e senadores falavam com as pessoas certas no governo, no congresso e nas câmaras de comércio estadunidenses. Os jornalões pediam que Lula se ajoelhasse para Trump, mas Lula manteve a compostura.
Chegou o fatídico decreto das sanções e... a montanha pariu um rato. Os aviões da Embraer foram tirados da taxação, assim como todas as frutas que os Estados Unidos não produz. Ficaram exatamente o café e a carne que podem agora serem absolvidas no mercado interno e Lula terá o que mais ele precisava: a picanha barata e o cafezinho a um preço decente.
O único afetado foi Alexandre de Moraes que não poderá comprar xampu dos Estados Unidos. Pobrezinho, terá que usar euros.
E assim, os traidores Eduardo e Figueiredo fracassaram. Jair segue de tornozeleira rumo à cadeia, com cada vez menos jumentos o apoiando. Tarcísio está desmoralizado com seu infame bonézinho. Mais boas notícias seguem chegando: a Espanhola foi pega na Itália e a Nicole de chupeta apenas aguarda sua inelegibilidade.
Chegou a hora de fazer a limpa da extrema direita antipatriótica que idolatra Estados Unidos e Israel e que trai o Brasil. Que a prisão aos falastrões e a censura às suas mentiras seja a marca do novo tempo. Políticos que se elegem por fakenews e pânico moral precisam ser expurgados da vida pública e criminosos que incitam o ódio, a violência e o golpe de Estado merecem cadeia. As ideologias de extrema direita devem ser criminalizadas porque são perigosas e incompatíveis com a democracia.
