LÍDER DO IRÃ: "NETANYAHU É A PESSOA MAIS ODIADA NO MUNDO"

📌O Líder do Irã 🇮🇷 destaca que o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, se tornou a pessoa mais detestada do mundo pelos seus crímes na região. “Hoje, a pessoa mais odiada do mundo é o chefe do gabinete sionista [Benjamin Netanyahu]; hoje, a pessoa mais odiada do mundo é ele, e a organização e a banda governante mais odiadas do mundo é o regime sionista”, sublinhou esta quinta-feira o líder do Irã, o ayatollah Seyed Ali Khamenei, em declarações dirigidas ao povo iraniano. Além disso, salientou que essa “impopularidade” se estendeu aos EUA pelo apoio incondicional de Washington aos crimes perpetrados pelo regime sionista contra os palestinos nos últimos dois anos. “EUA, neste sentido, está ao seu lado”, acrescentou.O Líder iraniano afirmou que as intervenções dos EUA nos assuntos internos de outros países do mundo “são um dos fatores que mais isolam dia após dia” o país americano no mundo. “Embora agora os presidentes de alguns países o adulem, entre as nações os EUA se tornam cada vez mais impopular”, apostilou. Quanto aos resultados das interferências dos EUA. no mundo, afirmou que essas medidas provocaram “genocídio” ou “destruição”. “Em qualquer lugar onde ele tenha intervindo, há guerra, genocídio, destruição e deslocamento; estes são os resultados da intervenção dos EUA”, explicou. Ao fazer alusão aos ataques de Israel ao Líbano e à Síria, bem como aos crimes do regime sionista na Cisjordânia e na Faixa de Gaza, salientou que “tudo isso acontece com o apoio dos EUA, e os EUA neste domínio realmente ficaram prejudicados e tornaram-se impopular”. Nas últimas semanas, funcionários e figuras sionistas manifestaram repetidamente a sua preocupação com a crescente repugnância mundial contra o regime. Pesquisas recentes realizadas por prestigiosas instituições ocidentais de alcance internacional, como Pew, Gallup, YouGov e a Universidade de Harvard, reflectem um isolamento global crescente, uma notável indignação pública e um aumento considerável na rejeição e ilegitimidade percebidas contra o regime sionista. Estes resultados representam uma das maiores perdas para este regime nos últimos dois anos.