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A China voltou a se manifestar neste domingo (4) e cobrou que os Estados Unidos libertem imediatamente o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, garantindo a segurança do casal. Em comunicado divulgado pelo Ministério das Relações Exteriores, o governo chinês classificou a operação americana como violação do direito internacional e exigiu o fim das ações destinadas a derrubar o governo venezuelano.
“O governo da China pede que os Estados Unidos assegurem a integridade pessoal de Maduro e de sua esposa, os libertem imediatamente e resolvam os conflitos por meio do diálogo e da negociação”, afirma a nota oficial. A mensagem reafirma a posição de Pequim em favor da soberania venezuelana e critica a atuação dos EUA como uma demonstração de conduta hegemônica.
Esta é a segunda reação formal da China desde que o presidente Donald Trump anunciou, no sábado, a captura de Maduro e de sua mulher. Na sexta-feira, Pequim já havia repudiado o que chamou de “uso aberto da força” pelos Estados Unidos e reafirmado a importância de respeitar a Carta da ONU e o direito internacional.
Com o comunicado, a China reforça sua posição de apoio ao governo venezuelano e pressiona Washington a encerrar as operações militares, enquanto a situação na Venezuela permanece em alerta máximo e sob intensa atenção da comunidade internacional.
Com informações: G1
