EUA bombardeiam Caracas e outras cidades da Venezuela - Foto: STR / AFP
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NR - O presidente pedófilo Donald Trump ordenou o bombardeio de Caracas nesta madrugada. Explosões foram oUvidas em sete regiões da capital venezuelana.
Trata-se de um ataque covarde, uma vez que os militares norte-americanos não tem coragem de desembarcar no país e enfrentar os venezuelanos cara a cara.
De forma covarde, bonbardeiam e fogem, exatamente como fizeram no Irã.
Ao atacar a capital da Venezuela os yanques deixaram dezenas de Mortos e feridos, civis inocentes e indefesos.
Este é um ataque para substituir o governo legítimo da Venezuela Bolivariana por um governo fantoche que permita o roubo das riquezas naturais da Venezuela - principalmente petróleo - pelo imperialismo decadente dos EUA.
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URGENTE: EUA atacam a Venezuela e sequestram Maduro
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Caracas e outras cidades foram atingidas por bombardeios lançados por aeronaves estadunidenses; Trump diz que Maduro foi retirado do país e não revela paradeiro do presidente
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Por: Ivan Longo na Recista Forum -------
A Venezuela foi alvo, na madrugada deste sábado (3), de um ataque militar de grande escala por parte dos Estados Unidos. Explosões atingiram Caracas e outras regiões do país, incluindo os estados de Miranda, La Guaira e Aragua, provocando pânico entre a população civil, apagões e danos a áreas próximas a instalações militares.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou publicamente que as forças norte-americanas capturaram o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e o retiraram do país. A declaração foi feita em sua rede Truth Social.
Trump não informou para onde Maduro foi levado e disse que dará mais detalhes em uma coletiva de imprensa marcada para este sábado.
Até o momento, o governo venezuelano não confirmou a captura de Maduro. Em resposta imediata à ofensiva, Caracas divulgou um comunicado oficial acusando Washington de promover uma agressão militar direta contra o país.
“O presidente Nicolás Maduro assinou e ordenou a implementação do decreto que declara o estado de Comoção Exterior em todo o território nacional, para proteger os direitos da população, o pleno funcionamento das instituições republicanas e passar de imediato à luta armada”, diz o texto. “O país deve se ativar para derrotar esta agressão imperialista”, prossegue.
Moradores da capital relataram ter sido acordados por fortes explosões por volta das 2h da manhã. Testemunhas citaram o som constante de aeronaves, tremores em prédios e correria nas ruas. Parte de Caracas ficou sem energia elétrica, especialmente nas proximidades da base aérea de La Carlota, no sul da cidade. Vídeos que circularam nas redes sociais mostram colunas de fumaça e voos rasantes sobre áreas urbanas.
O governo venezuelano afirmou que os bombardeios atingiram também áreas residenciais e acusou os Estados Unidos de tentar impor uma mudança de regime pela força. Segundo o comunicado oficial, o objetivo da operação seria tomar o controle de recursos estratégicos do país, especialmente petróleo e minerais. Caracas classificou a ação como uma tentativa de impor uma “guerra colonial” contra uma nação soberana.
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Condenação internacional contra ataque à Venezuela
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A ofensiva ocorre após meses de escalada militar dos Estados Unidos no Caribe. Desde agosto, Washington enviou uma flotilha naval para a região e realizou ataques contra embarcações venezuelanas, alegando combate ao narcotráfico. Autoridades norte-americanas chegaram a admitir, sob anonimato, que o objetivo final das operações seria derrubar o governo venezuelano.
A reação internacional começou a se intensificar ao longo da manhã. O Irã, aliado político e diplomático da Venezuela, condenou duramente a ação militar norte-americana. O Ministério das Relações Exteriores iraniano denunciou o ataque como uma violação grave da soberania nacional e da integridade territorial da Venezuela, além de classificá-lo como uma agressão ilegal promovida por Washington. Teerã afirmou ainda que a ofensiva representa mais um episódio de desrespeito ao direito internacional por parte dos Estados Unidos.
Na América do Sul, o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, também se manifestou. Em publicação nas redes sociais, afirmou que os EUA bombardearam a Venezuela com mísseis e defendeu a convocação imediata da Organização dos Estados Americanos (OEA) e da Organização das Nações Unidas (ONU) para tratar da crise.
