SE O IRĀ ESTIVESSE “ACABADO”, A GUERRA JÁ TERIA COMEÇADO

Existe uma regra básica da geopolítica que fanáticos fingem não entender: 👉 potências não perdem tempo quando o inimigo está realmente fraco. Os Estados Unidos invadiram o Iraque em semanas. Destruíram a Líbia em meses. Esmagaram o Afeganistão em dias. Todos esses países tinham algo em comum: não tinham capacidade real de resposta estratégica. Agora observe o Irã. Anos de sanções. Ameaças diárias. Assassinatos seletivos. Porta-aviões no Golfo. Bases militares ao redor. E mesmo assim… 👉 ninguém apertou o botão da guerra total. Isso não é coincidência. É medo calculado. O que o discurso fanático nunca responde Se Israel “acabou com o Irã”, por que: os EUA reforçaram bases em vez de atacar? o preço do petróleo reage a cada tensão? aliados pedem contenção em vez de celebração? o Pentágono fala em “cenários imprevisíveis”? Porque quem manda de verdade sabe: um conflito com o Irã não seria rápido, limpo ou controlável. Guerra real não é Twitter Na internet, guerra vira: meme, torcida, frase de efeito. Na realidade, guerra vira: bloqueio do Estreito de Hormuz, colapso logístico, recessão global, milhares de mortos. E isso explica tudo. 👉 Quem grita “acabou” precisa acreditar nisso. 👉 Quem governa precisa calcular o custo. E quem calcula… não ataca. A ausência da guerra é a prova. O resto é propaganda para consumo interno. --------------------- VNS News Brasil