Via Sérgio Maia Dias -------------
O embaixador dos EUA no Brasil no período Obama, Thomas Shannon, que confirmou em entrevistas que Dilma foi espionada e sofreu golpe por ordem do Assassino Sorridente, diz agora que Trump não tem plano algum para nada. Vai tudo de improviso. E tudo pode acontecer a qualquer instante. A situação causada por Trump no mundo é completamente inédita e instável. Ninguém tem a menor suspeita do que ele e seus assessores diretos farão no minuto seguinte. Parece que nem eles tampouco sabem. Vance, acusado de agredir a esposa, e Rubio, um medíocre e ressentido cucaracha, filho de cubanos traidores e fugitivos, formam a nata do lixo que cerca o imbecil, arrogante e desvairado pedófilo da Casa Branca. Tudo muito caótico. E nesse caos, uma fagulha pode detonar tudo. Contamos somente com a habilidade, experiência e resiliência da Rússia e da China para não cairmos na armadilha da guerra total desejada pelos Três Criminosos de Washington. Internamente, Trump detonou a antiga e perene divisão no povo estadunidense. A cada dia aumentam ações do ICE, os mascarados liderados por agentes judeus sionistas lá infiltrados, numa troca do Estado Lepra com Trump. E começam as reações de populares sempre marginalizados, mas também legalmente armados. No Irã, EUA e o Estado Lepra tentam instalar o caos para os EUA derrubarem o governo persa e se apossarem do Estreito de Ormuz. Junto com o petróleo que estão roubando à Venezuela, imaginam dominar metade do comércio mundial. E o Estado Lepra daria continuidade a seu plano macabro de se apossar dos países vizinhos, mesmo estando com pouca população e também revolta interna e Economia despencando. Mas a ambição, a ganância, a arrogância dos dois os impede de ver o amanhã. Foi o maior erro na História da Humanidade a insistência da Inglaterra em tirar os EUA do isolacionismo e o chamar a se associar ao seu imperialismo, e também erro monumental foi dar aos sionistas uma terra que não lhes pertence. Agora, o mundo terá de encontrar uma maneira de empurrar ambos de volta a seus buracos anteriores sem destruir o planeta. Afinal, destruição é a palavra-chave para governantes da Casa Branca e do Estado Lepra.
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Paulo de Carvalho
