Esses e-mails divulgados entre Epstein e Bill Gates discutindo projetos de simulações de pandemia, fortalece a tese do professor Jeffrey Sachs que, por meio de suas pesquisas, afirma com 99% de certeza que a COVID-19 foi desenvolvida como parte de um programa militar secreto em um laboratório na Universidade da Carolina do Norte, não na China. Sachs foi amplamente ridicularizado pela mídia e sequer quiseram investigar suas denúncias.
Isso bate perfeitamente com os biolaboratórios americanos encontrados na Ucrânia, acusados pelo Ministério da Defesa russo de estarem fazendo experimentos de armas biológicas com amostras do coronavírus, e que o filho de Biden, assim como a USAID e a Fundação George Soros, estariam financiando esses testes.
Vale lembrar quando Gaddafi discursou na ONU sobre o H1N1, especulando que teria sido criado em laboratório pelos americanos: “Talvez a gripe H1N1 tenha sido um vírus criado em laboratório que saiu do controle, originalmente sendo destinado a ser uma arma militar”.
De fato, ao longo da história, os EUA sempre foram apontados como agentes manipuladores de vírus para serem usados como armas militares, mas sempre culpando outros países.
A Gripe Espanhola, apesar do nome, surgiu no Kansas, através de pesquisas médicas militares.
O Ebola foi desenvolvido em laboratórios militares nos EUA e depois levado para a África com a intenção de testar controle populacional e justificar intervenções.
Os arquivos de Epstein podem indicar que o professor Jeffrey Sachs tem razão.
--------- por Rhainer Fernandes
