Texto do Historiador Thomas de Toledo
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Nojo. Não tenho outra palavra para descrever o que os arquivos de Jeffrey Epstein estão revelando. Depois de 3 milhões de páginas tornadas públicas, a única coisa que podemos dizer é: nojo desses porcos bilionários, nojo dos republicanos e democratas, nojo desse asqueroso pedófilo chamado Donald Trump.
Veja que situação. O bilionário Bill Gates pegou DST de meninas russas menores de idade, que Epstein lhe ofereceu. Outro bilionário nojento que aparece é Elon Musk, pedindo para participar das "festas selvagens" na ilha de Epstein.
Bolsonaro é citado em uma conversa entre Epstein e Steve Bannon. Esse mesmo Bannon é aquele que, ao saudar os representantes da AfD, o partido neonazista alemão, ergueu a mão fazendo o tradicional sinal nazista. Nojo, nojo, nojo.
O buraco continua descendo. Trump foi amigo de Epstein e há indícios de que ele contratou seus serviços. Há fotos de Trump com uma adolescente de 14 anos. Também há uma de Bill Clinton sentado num trono e Trump ajoelhado, com a boca no mesmo trompete que uma certa estagiária lambeu. Aliás, os arquivos de Epstein mostram que Clinton era um frequentador assíduo da ilha particular do traficante de pessoas. Inclusive, Clinton viajava com Epstein nos seus jatinhos particulares, que funcionavam como um motel aéreo onde podiam fazer tudo o que quisessem.
O envolvimento com Epstein também se estende à família real britânica. Já sabendo que essas denúncias apareceriam, o ex-príncipe Andrew foi destituído de seus títulos da realeza.
Outro que aparece é o ex primeiro-ministro de Israel, Ehud Barak. Dizem por aí que imagens e gravações comprometedoras de políticos e bilionários eram usadas pela máfia sionista para chantagear em favor de seus interesses. Falta uma investigação a fundo que seja capaz de explicar o poder do lobby sionista sobre o Congresso, o governo e o Judiciário estadunidense e britânico.
Daí entramos numa zona cinzenta na qual muito se fala, mas pouco se prova. Apenas para registrar, a coisa vai ficando ainda pior. Além da prostituição de menores de idade, há denúncias tráfico de pessoas para extrair órgãos e escravizar. Alguns adeptos de teorias da conspiração sugerem que ocorriam até mesmo rituais macabros de canibalismo.
O documento EFTA00147661 contém o depoimento de uma suposta vítima do ex-presidente estadunidense George H. Bush. Nele, é descrito que num iate de Epstein, mulheres loiras eram submetidas a relações sexuais com negros afro-americanos até sangrarem. A testemunha diz ainda ter presenciado uma cerimônia de sacrifício ritualístico, na qual viu cortarem pernas de pessoas com uma espada. Afirma ainda ter testemunhado o esquartejamento de bebês para que comessem as fezes presentes em seus intestinos.
A publicação do referido documento ressuscitou o caso da modelo mexicana Gabriela Rico Jimenez, que foi filmada em frente a um hotel de luxo acusando um bilionário de estar promovendo canibalismo ali. Depois disso, a modelo desapareceu. Todavia, até o momento não se encontraram provas da ligação do caso com a máfia de Epstein.
Mesmo sem haver provas dessas acusações de sacrifício ritual, o que está fartamente documentado é que sim, havia tráfico de pessoas, abuso sexual de adolescentes e uma rede de suborno que envolvia políticos, juízes e bilionários. O caso é um espinho na garganta da elite imperialista e mostra que toda aquela imagem de todos seriam boas pessoas não passa de marketing.
O que realmente ocorreu precisa ser profundamente averiguado. Seja como for, uma coisa é certa: a elite econômica e política estadunidense é pedófila e causou dor e sofrimento a muitas vítimas. Algumas já estão até mortas, seja por queima de arquivo, seja por suicídio. Crimes cometidos em nome dos que tinham certeza da impunidade e que provavelmente trataram de "suicidar" o próprio Epstein, num caso em que toda a segurança do presídio falha ao mesmo tempo.
Nesse caso, a "teoria da conspiração" não é teoria. Ela está fartamente documentada."
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NR - Epstein era um agente do Mossad. Isso significa que ele tinha um Estado (israel) por trás dele.
