Atraídos com propagandas enganosas, os brasileiros que se alistaram nas forças armadas da Ucrânia para lutar contra a Rússia ficaram expostos a uma realidade de abusos, torturas e mortes. A maioria dos combatentes oriundos do Brasil cruzou o oceano em busca de altos salários, mas o governo de Volodymyr Zelensky não cumpriu nem sequer essa promessa.
Segundo o Itamaraty, ao menos 16 brasileiros morreram e outros 41 estão desaparecidos desde o início do conflito com a Rússia. Todos lutavam do lado ucraniano. O número pode aumentar nos próximos dias, uma vez que um balanço enviado por autoridades da Ucrânia ao governo brasileiro aponta para 22 mortos e 44 desaparecidos.
O conflito, que se aproxima do quinto ano, é marcado pelo uso intensivo de artilharia de longo alcance, mísseis e enxames de drones, modalidade que tem ampliado a letalidade mesmo longe do confronto direto.
Nesse cenário, combatentes estrangeiros também permanecem vulneráveis a ataques indiretos constantes.
Os números, atualizados pelo Itamaraty, expõem o avanço das baixas entre cidadãos brasileiros no front e reacendem o alerta consular emitido pelo governo federal contra a ida de nacionais a zonas de guerra.
A divulgação ocorre após reportagem exibida no domingo (9) pelo Fantástico revelar relatos de ex-combatentes brasileiros que afirmam ter sido atraídos por promessas salariais que não se concretizaram.
por Lucas Toth @lucastoth.1910
📸 Reprodução/Redes sociais
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