FBI APAGA PROVAS DA PEDOFILIA DE DONALD TRUMP

Um presidente que ordena ou permite que seu Departamento de Justiça apague evidências do próprio suposto crime tem condições morais de continuar à frente dos Estados Unidos? ---------------------- Washington, 25 de fevereiro de 2026 Uma investigação da NPR, divulgada ontem, expõe o que pode ser o maior escândalo de transparência institucional da era Trump --------------- ➡️ O Departamento de Justiça, sob comando direto do presidente, reteve dezenas de páginas de documentos do caso Jeffrey Epstein e removeu do banco de dados público outros arquivos que mencionam o próprio Donald Trump incluindo um dossiê com mais de 50 páginas de entrevistas do FBI e anotações detalhadas de conversas com uma mulher que o acusa de abuso sexual quando ela era menor de idade. Os fatos são brutais e irrefutáveis. Após a liberação parcial de arquivos no fim de janeiro, a NPR cruzou números de série, registros do FBI, e-mails internos e logs de descoberta de documentos. O resultado: dezenas de páginas catalogadas pelo próprio Departamento de Justiça simplesmente desapareceram do acesso público. Entre elas, material que descreve acusações específicas contra Trump datadas de décadas atrás uma delas envolvendo suposto abuso sexual a uma menor por volta de 1983, no contexto da rede de Epstein. A mulher foi entrevistada pelo FBI pelo menos quatro vezes. Apenas uma dessas entrevistas foi tornada pública e nela o nome de Trump não aparece. As outras 50+ páginas? Sumiram. Isso não é “erro administrativo”. É retenção deliberada de documentos que a lei federal obriga a divulgar. É remoção ativa de registros já indexados. É um acobertamento em tempo real dentro da própria Casa Branca. Agora a pergunta que o país não pode mais evitar: Como uma nação deve reagir quando o aparato de segurança do Estado incluindo o Serviço Secreto que o protege 24 horas por dia opera sob o comando de alguém formalmente acusado de abuso sexual de menor e que, ao mesmo tempo, suprime as provas dessas acusações?
A confiança pública não está apenas abalada. Ela está sendo sistematicamente destruída. O que está em jogo não é apenas o passado de Trump com Epstein. É o presente e o futuro de uma democracia que permite que o poder político se sobreponha à justiça, à transparência e à proteção de vítimas. Democratas da Comissão de Supervisão da Câmara já anunciaram investigação sobre o caso, classificando a retenção como “potencial crime”. Mas investigação de Congresso é lenta. A reação que o momento exige é pública, imediata e sem concessões. O povo estadudinense e o mundo esta olhando para os EUA e a população mundial precisa decidir: vamos aceitar que um presidente acusado de pedocriminalidade use o aparelho de Estado para apagar seu rastro? Ou vamos exigir respostas, documentos completos e, se necessário, consequências institucionais? Se dizem campeões da democracia global, interferindo em nações soberanas vide o caso de Nicolás Maduro, com líderes sequestrados e o petróleo venezuelano saqueado sob pretextos de "justiça" , surge a pergunta inevitável: quem fiscaliza o tal xerife? Um país que vive apontando o dedo para os outros deveria ser o primeiro a dar o exemplo impecável. O mundo está de olhos vidrados nos escândalos do Norte, no rastro de Epstein e nas sombras que Trump tenta apagar. Transparência não é slogan para exportação; é dever universal.Não seria hora de uma intervenção externa? A Interpol, com seu mandato global contra crimes graves como pedocriminalidade e obstrução de justiça, poderia ser acionada para resgatar os documentos sumidos e garantir que vítimas tenham voz. Quando a justiça interna falha, o planeta não pode ficar omisso. A bola está com a humanidade: aceitar o acobertamento ou forçar a luz sobre as trevas?