Agentes federais realizaram uma operação em Las Vegas após descobrirem que uma garagem comum havia sido adaptada para funcionar como um laboratório biológico clandestino. O local chamou a atenção das autoridades por operar de forma totalmente fora dos padrões legais e sem qualquer tipo de autorização oficial.
No interior da instalação, os investigadores encontraram apenas um responsável, o judeu sionista Ori Solomon, de 55 anos, cidadão israelense apontado como administrador direto do espaço. A garagem escondia uma estrutura improvisada, mas alarmante, com freezers industriais e diversos contêineres lacrados.
Segundo informações preliminares, havia mais de mil substâncias químicas e biológicas ainda não identificadas, todas recolhidas e encaminhadas para análise especializada. Especialistas alertaram que, caso apenas uma dessas substâncias tivesse vazado ou sido manipulada de forma inadequada, o impacto poderia alcançar proporções pandêmicas, colocando a saúde pública em risco extremo.
As autoridades agora investigam a possibilidade de que o local faça parte de uma rede maior de laboratórios ilegais espalhados pelo país. Há suspeitas de financiamento externo, mas até o momento os investigadores não conseguiram determinar qual era o verdadeiro objetivo da operação nem o destino final das substâncias armazenadas.
O caso segue sob sigilo parcial e é tratado como uma ameaça grave à segurança nacional, enquanto análises laboratoriais e apurações internacionais continuam em andamento.
