NR - O envenenamento do Papa Francisco foi realizado com sucesso pela CIA e Mossad.
--------------------
Bomba! 💣 Documentos recentemente liberados pelo Departamento de Justiça dos EUA revelam trocas de e-mails entre o pedófilo Jeffrey Epstein e Steve Bannon, ex-chefe de campanha de Donald Trump (indultado por ele recentemente ao se eleger), nas quais discutiam o financiamento de organizações católicas para se infiltrar no Vaticano com o objetivo explícito de derrubar o Papa Francisco.
Fazer com isso a Igreja retroceder a um conservadorismo que eles mesmo na verdade não professam. Com mais conservadorismo religioso, mais e mais crentes ficaram refém de seus líderes (e também pastores) de direita e por consequência, de seus votos! A meta é, ainda é, mais e mais países abraçando a direita mundial como solução aos seus anseios e eles tentando implantar uma Nova Ordem Mundial favorável a essa elite podre e hipócrita!
Em uma das mensagens, Bannon afirma: "Vamos derrubar Francisco", citando também ataques políticos contra Hillary e Bill Clinton, o presidente chinês Xi Jinping e a União Europeia.
As revelações fazem parte de um gigantesco acervo de mais de três milhões de páginas, milhares de vídeos e imagens tornados públicos recentemente.
Entre os materiais, há ainda um vídeo de 2019 com uma longa entrevista entre Bannon e Epstein, gravada pouco antes da prisão do financista, evidenciando uma relação muito mais próxima do que se sabia.
As novas informações reacenderam o debate sobre a rede de poder, influência política, econômica e midiática que cercava Epstein.
Os documentos também confirmam trocas de mensagens entre Epstein e Elon Musk, que em 2013 teria coordenado uma possível visita às propriedades do financista no Caribe.
Enquanto isso, Donald Trump declarou que o caso Epstein deveria ser arquivado e voltou a negar qualquer envolvimento com o criminoso sexual condenado.
As denúncias, porém, seguem lançando luz sobre conspirações, interesses geopolíticos e tentativas de interferência direta na liderança da Igreja católica apostólica romana.
Nota:
Parlamentares e vítimas criticavam duramente a forma como os arquivos foram divulgados, apontando falhas graves, atrasos e até a exposição indevida de nomes de sobreviventes, incluindo menores, o que levou à retirada temporária de milhares de documentos para revisão. Por isso a lentidão da liberação dos arquivos do caso Epstein.
