Gilad Atzmon: A mídia israelense percebe a hesitação americana. O Calígula ruivo foi encurralado por seus operadores em Jerusalém. O canal N12 noticia hoje:
“O presidente vem adiando sua decisão há mais de um mês, com diversos fatores que provavelmente o convencerão a reduzir seu envolvimento no Irã. Uma série de pesquisas realizadas no último mês indica forte oposição do público americano à guerra. Trump prometeu evitar guerras no exterior, e uma parcela significativa de sua base eleitoral defende posições separatistas. Alguns dos assessores do presidente o estão aconselhando a evitar ações no Irã, especialmente por causa das eleições de meio de mandato nos EUA…”
Mas os problemas representados pelo psicopata no comando vão além de uma mera “questão política”. O Irã parece não se intimidar. Representa uma séria ameaça militar às forças americanas na região. Os generais americanos compreendem que as capacidades do Irã são desconhecidas. Os poucos que ultrapassam a marca de 70 de QI entendem que a regra número um da guerra é a incerteza: você sabe onde começa. Você nunca sabe onde termina. O Irã investe em guerra assimétrica e nenhuma força militar moderna descobriu como lidar eficazmente com ela.
As Forças de Defesa de Israel (IDF) são o melhor exemplo disso. Elas mancharam o Estado Judeu e a comunidade judaica mundial com o genocídio mais documentado da história. Mesmo assim, não alcançaram um único de seus objetivos militares.
Mas a situação americana é ainda pior. Os generais americanos sequer conseguem definir quais são os objetivos militares que deveriam cumprir. Trata-se de desmantelar a infraestrutura nuclear iraniana, que supostamente já deveria ter sido eliminada, ou é simplesmente uma "mudança de regime" sem nenhuma alternativa viável no terreno?
Se os generais americanos fossem verdadeiros patriotas, deveriam ter posicionado suas tropas ao redor da Casa Branca e exigido que o narcisista maligno no poder cumprisse sua promessa ao povo americano de evitar guerras a todo custo.
