"Cento e sessenta e cinco meninas, com idades entre 7 e 12 anos, foram mortas três vezes com três misseis na escola Shajareh Tayyebeh, em Minab, no Irã, enquanto assistiam às aulas da manhã".
Mas para o jornaleco vagabundo corrrupto e satanista, comandado por pedófilos, the New York Times, assunto é abordado com um adendo dizendo "O Irã diz que 165 meninas foram mortas". Enquanto nove mortes de israelenses são apresentadas como fatos frios, inquestionáveis... e divinos.
"Isso é uma supremacia teológica grotesca"... que impõe uma hierarquia de quais crianças importam, cujo luto recebe o artigo definido, cujos cadáveres exigem uma ressalva antes que o mundo possa lamentá-los.
O mesmo jornaleco que liderou a campanha para a guerra acabar "com as armas de destruição em massa qur estavam escondidas em Bagdá", que publicou os contos de fadas do Pentágono de Judith Miller como escritura de primeira página para facilitar a invasão do Iraque em 2003, está lhe ensinando epistemologia sobre meninas iranianas mortas.
Pergunte-se: se mísseis israelenses tivessem atingido três vezes uma escola primária em Jerusalém, matando 165 meninas entre sete e doze anos, com seus livros de matemática ainda abertos sobre as carteiras, a manchete seria "Israel Diz que"?
Você sabe a resposta instintivamente.
E todos que leem a nojenta midia corporativa brasileira sabem tambem pois a parcialidade e o complexo de vira latas desses jornais é repugnante para qualquer pessoa que pense um pouco.
Toda pessoa neste planeta que não é remunerada profissionalmente para mentir ao escrever e falar sabe a resposta.
O New York Times tem uma hierarquia e não a esconde mais.
Mortes de israelenses são apresentadas como fatos consumados, enquanto crianças iranianas exigem uma cláusula subordinada e uma ressalva antes que o mundo possa lamentá-las. Essa hierarquia tem um nome.
É a supremacia étnica em formato de tabloide... a mesma supremacia que tornou Gaza possível, que tornou Minab possível, que torna cada próxima atrocidade possível, gerenciando preventivamente a gramática do seu luto.
O NYT, como o Globo, Estadão e Folha são parte da Divisão de Comunicação de um projeto satãnico, pervertido e racista, supremacista e "machista" que decidiu que certas meninas e meninos não existem plenamente e, quando a história der seu veredicto sobre esta era, os donos deste jornal de referência estarão no banco dos réus não como testemunha, mas como cúmplice, manchado de sangue e impenitente, até o fim.
Se você como eu já não aguenta mais a parcialidade da imprensa mundial, pelo menos difunda sua repulsa contra a mídia corporativa brasileira que tenta e tem conseguido transformar pessoas normais em idiotas. Mentirosos descarados sem vergonha alguma de mentir, ganhando assim adeptos fanáticos para uma quadrilha monstruosa, corrupta e assassina que aplaude genocidas, pedófilos e antropófagos como se fossem "Enviados de Jeová" !
Não se cale! Não se omita!
O Império que nos domina só o consegue fazer "porque mente".
Desminta todos os dias um pouco essa "máquina de Mentiras" do Império e ele vai desmoronar ainda mais rápido do que já está acontecendo!
Não se omita! Desminta!
Denuncie os jornais e jornalistas que ganham para mentir e enganar traindo seu juramento de formatura e o seu país!

