Hoje, o Itamaraty promove um seminário sobre antissemitismo com protagonismo de lideranças sionistas, entre elas representantes da Confederação Israelita do Brasil, sem espaço para vozes judaicas antissionistas. É esse o episódio exposto por Breno Altman em seu artigo.
O problema é político e moral: ao dar esse enquadramento ao debate, o evento reforça a falsa equivalência entre antissionismo e antissemitismo. Trata-se de uma operação para blindar o sionismo contra críticas e atacar quem denuncia a colonização, o apartheid e a violência de Israel contra o povo palestino.
É essa mesma lógica que aparece no PL 1424/26, da deputada federal Tabata Amaral, citado no artigo como parte da tentativa de criminalizar a crítica ao sionismo.
A isso se dá um nome: vergonha.
O artigo de Breno Altman, republicado em Palestina em Foco, mostra por que esse episódio representa uma mancha política e moral na história do Itamaraty.
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Leia o artigo:
https://emirmourad.substack.com/p/um-dia-de-vergonha-na-historia-do
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