MÍSSIL DO HEZBOLLAH DESTRÓI FÁBRICA DE MÍSSEIS DE ISRAEL

por Antonio Gil Ontem , um míssil atingiu uma fábrica de mísseis israelita sendo o resultado disso uma explosão aterradora que resultou em sua destruição completa. A história oficial espalhada pelos israelitas é que se tatou de um teste controlado. Mas essa versão desmorona sob três fatos Detonações controladas exigem notificação pública antecipada. Não aconteceu. Além disso, os serviços de emergência foram mobilizados logo após a explosão, não antes dela como precaução. Depois, a escala da explosão corresponde a uma coisa: propelente de um míssil sólido. A empresa (Tomer) fabricava componentes para mísseis Arrow. Não era um armazém nem uma fábrica de peças de substituição. A Tomer é a empresa estatal que constrói os motores para o Arrow 2 e o Arrow 3 — o escudo principal de Israel contra mísseis balísticos iranianos. Sem motores da Tomer não se podem produzir interceptores Arrow. Então Israel está sem defesa antimísseis. O Arrow 3 intercepta mísseis balísticos acima da atmosfera. O Arrow 2 lida com ameaças em altitude média dentro da atmosfera. Juntos, eles formam as duas camadas superiores da defesa de Israel contra exactamente o tipo de mísseis que o Irã tem disparado. A Tomer constrói a propulsão que faz ambos voarem. Agora vem o que nesta história também não está a ser contado: alguns dizem que o Irã é responsável pelo ataque. Se isso fosse verdade, então o Irã teria acabado de escalar em seus próprios termos pela primeira vez — não em resposta a uma ação dos EUA, mas tomando a iniciativa. Assista: https://www.facebook.com/share/r/1BNWGUSyv2/ A verdade é que o ataque não foi reivindicado pelo Irã mas pelo Hezbollah o que para Israel é uma perspectiva mais aterradora do que se tivesse sido o Irã o responsável e quando a tese do 'teste controlado' cair diante das evidências, Israel acusará o Irã, quer por razões externas (acirrar os EUA) quer por razões internas (não admitir o poderio do Hezbollah, que está ali bem mais perto de Israel e foi, num passado recente, considerado erradicado por Netanyahu.)