Pérolas que a mídia ocidental esconde sobre a reunião onde o Irã - mais uma vez - humilhou os EUA.
Representantes dos Estados Unidos (EUA) e do Irã realizaram, neste domingo (21), na Suíça, a primeira reunião de negociações após assinatura de memorando de entendimento para um acordo de paz abrangente no Oriente Médio.
Com duração de 80 minutos, a reunião ocorreu em meio ao impasse dos ataques de Israel ao Línano. A delegação iraniana afirmou aos norte-americanos que o acordo final só poderá ser alcançado com o fim da guerra em todas as frentes, incluindo o Líbano.
E mais; conforme revela o jornalista Pepe Escobar, a delegação dos EUA foi humilhada do início ao fim da reunião.
Logo no início os iranianos atrasaram a reunião em meia hora. Deixaram os norte-americanos plantados à espera. Isso em diplomacia significa desmerecimento.
Ao entrar na sala de reuniões os iranianos se recusaram a apertar as mãos dos norte-americanos ou tirar fotos. O vice presidente dos EUA, David Vance, ficou estarrecido com a situação.
Durante a reunião os iranianos não dirigiam a palavra aos norte-americanos. Falavam com os paquistaneses, que serviram de tradutores.
A reunião foi realizada em um castelo suiço pertencente a família real do Qatar. O serviço secreto do Irã alertou os organizadores que havia um plano do Mossad para explodir o avião iraniano. Um general paquistanês pegou o telefone e falou com o primeiro ministro israelense: "se voces atacarem a aeronave iraniana vamos riscá-los do mapa". Curto e grosso. Em seguida o aparato de segurança na região foi assumido por militares paquistaneses e o espaço aéreo fechado.
Várias vezes a delegação iraniana ameaçou abandonar a reunião. Ficou, atendendo pedidos insistentes dos representantes do Paquistão, organizadores do evento.
O Irã - acertadamente - não confia nos EUA. O presidente Donald Trump é um maluco, um demente manipulado pelo sionismo, a exemplo dos congressistas norte-americanos.
Diante dessa situação, o que os iranianos foram fazer na Suiça, uma vez que não confiam nos EUA?
Respostas:
Foram atender o pedido do governo do Paquistão e da Arábia Saudita, que prometeu devolver ao Irã 2 bilhões de dólares congelados nos bancos sauditas a pedido de Trump.
