Escolado no crime: como o miliciano sociopata desvia a atenção para não abrir o sigilo

Flávio Bolsonaro é um miliciano com uma trajetória marcada por envolvimento em crimes e ilícitos por Jeferson Miola no Brasil 247 Depois de três dias em total silêncio sobre o desafio do Lula, Flávio Bolsonaro finalmente aceitou abrir os sigilos, desde que … e desfiou uma série de condicionantes para, na prática, não abrir o sigilo e ainda acusar Lula de não querer mostrar os dados. Considerando-se o perfil do elemento, essa atitude era esperável. Ele não é amador ou principiante. Como profissional do crime, ou seja, alguém escolado na carreira do crime, desvia a atenção para distorcer a realidade e ocultar seus próprios crimes. Flávio Bolsonaro é um miliciano com uma trajetória marcada por envolvimento em crimes e ilícitos. Além disso, como seu pai, ele ostenta um comportamento de sociopata, conforme classificação da Associação Psiquiátrica Americana no Manual de Diagnóstico de Transtornos Mentais – MSD. De acordo com o Manual, os sociopatas “podem expressar seu descaso pelos outros e pela lei […]; eles podem enganar, explorar, fraudar ou manipular as pessoas para conseguir o que querem”. É equivocado considerar sociopatas como alguém burro ou incapaz, porque são pessoas enganadoras, que abusam de mentiras repetidas para ludibriar os outros. Como está em moda consultar o google para conhecer fatos reais e desmentir as mentiras dos Bolsonaro, recomendo perguntar ao google: – “como um sociopata desvia a atenção para que seus crimes não sejam descobertos”? Nenhuma surpresa na resposta. À seguir, os principais trechos. O google resume que sociopatas “desviam a atenção de seus atos ilícitos ou abusivos utilizando estratégias psicológicas e manipulação interpessoal refinada, que exploram a boa-fé e as vulnerabilidades das pessoas ao seu redor”. “Diferente do que mostram os filmes, a maioria não comete crimes de sangue, mas sim golpes financeiros, fraudes corporativas e abusos psicológicos recorrentes. As principais táticas usadas para desviar o foco e evitar que sejam descobertos incluem: Inversão de Culpa (Gaslighting) e Vitimização O Vilão vira Vítima: Quando confrontados ou expostos, eles distorcem a realidade para parecer que são as verdadeiras vítimas da situação. Usam mentiras emocionais para fazer quem os acusa se sentir culpado, cruel ou insensível. Ataque à Sanidade: Utilizam o gaslighting para minar a autoconfiança de testemunhas ou vítimas diretas. Fazem com que as pessoas duvidem de suas próprias memórias e percepções dos fatos (“Você está imaginando coisas”, “Isso nunca aconteceu”). aconteceu”). [1, 2] Charme Superficial e Camuflagem Social A Máscara de Sanidade: Costumam projetar uma imagem pública carismática, encantadora, prestativa e acima de qualquer suspeita. Escudo de Confiança: Conquistam deliberadamente a confiança e simpatia de pessoas influentes ou da comunidade. Assim, se alguém tentar denunciá-los, a reação imediata do grupo social costuma ser de incredulidade: “Ele é uma pessoa tão boa, nunca faria isso”. Criação de Cortinas de Fumaça e Distrações Desvio de Foco: Se percebem que uma investigação ou desconfiança está se aproximando, criam um problema falso, geram intrigas entre terceiros ou trazem à tona um assunto polêmico paralelo para desviar a atenção de si. Acusações Espelho: Podem projetar seus próprios erros nos outros. Acusam parceiros, colegas ou rivais de estarem fazendo exatamente aquilo que eles mesmos cometeram, fazendo com que o ambiente passe a investigar a pessoa errada”.