por Sayid Tenório no Al-Quds Global
Os Estados Unidos, que durante décadas impuseram guerras, sanções e intervenções militares a outros povos, enfrentam agora o agravamento de suas próprias crises.
Uma dívida pública superior a US$ 40 trilhões, pressões sobre o abastecimento energético, riscos de apagões e gastos militares astronômicos expõem as fragilidades da maior potência imperialista do planeta.
Enquanto bilhões são destinados à máquina de guerra e ao financiamento do regime sionista, a população enfrenta o encarecimento da vida, a precariedade dos serviços públicos e o peso crescente do endividamento.
Os EUA tentam sustentar pela força uma hegemonia cada vez mais contestada.
Como advertiu o líder mártir, Ayatullah Seyyed Ali Khamenei: “Esta é uma lei divina: eles estão destinados a cair, ao declínio e a desaparecer da arena do poder global.”
O avanço da multipolaridade desafia a ordem internacional dominada pelos EUA. Nenhuma potência pode eternizar sua supremacia à custa da soberania, da riqueza e do sofrimento de outros povos.
O que está em crise não é o povo estadunidense, mas um sistema de dominação que consome recursos, alimenta guerras e acumula dívidas para preservar seus privilégios.
