por Tita Broz
A unipolaridade exercida pelos EUA durante décadas está a acabar e a multipolaridade ergue-se, vinda de várias partes do mundo: da Ásia, de África, da América… Há figuras que parecem ser o último suspiro de um tempo que se esgota, Trump, Zelensky, Netanyahu, Macron, Ursula von der Leyen e que, com investidas desesperadas, tentam manter à tona um mundo que sabem estar a cair.
E quando velhas estruturas lutam por permanecer, são capazes de causar grandes males a todos os povos.
A sua forma de ver e sentir o mundo não é como a nossa; há sombras por detrás delas que as governam, por vezes, a própria enfermidade ou maldade que possuem. Mas o novo mundo está a surgir. Com respeito mútuo. Com aceitação das diferentes culturas e vontades.
Como a China, a Rússia, o Irão e o Burkina Faso, tão diferentes nas suas histórias e, no entanto, tão próximos numa mesma luta por um mundo mais justo, onde não exista um dono, mas sim vários líderes para o bem de toda a humanidade.
O futuro não pertence a um império. Pertence aos povos.
