por Odenir Colombo
Vamos entender esse caso?
Moro e a Conja coptaram Mauro Mores, que sempre se elegeu comprando votos, com dinheiro do transporte coletivo. A proposta era ampliar a ação de compra de votos, pois os cinquentinha dentro do santino, funcionou bem por 30 anos.
O problema foi que turbinaram o sistema injetando mais de três milhões no sistema, para garantir pelo menos 60 mil votos na reta final na região sul de Curitiba.
Resumo da ópera, as notas de 50 do transporte coletivo, não contabilizadas, foram parar em um banco. A ganância e o desdén com a prática acabaram alertando o COAF, o BC e a PF, afinal foi muita grana em poucos dias.
Agora cabe a PF colocar uma lupa nos gastos de uma poderosa federação empresarial, algumas contas PJ da OAB e cruzar tudo isso com o fundo eleitoral.
Não é apenas um desavisado deputado estadual que não sabia que sacar 300 paus iria alertar as autoridades monetárias. Tem gente graúde por trás dessa atuação da PF.
