UCRANIANOS EM FUGA. FILAS NA FRONTEIRA POLÔNIA-UCRÂNIA ATINGEM 40-50 HORAS

NR - A Ucrânia é um país destruído pela corrupção de políticos, generais e mídia ucraniana. Todos a serviço da política norte-americana de usar o país como bucha-de-canhão na guerra contra a Rússia. por Fórum da Escolha FILAS NA FRONTEIRA POLÔNIA-UCRÂNIA ATINGEM 40-50 HORAS A FRONTEIRA É A NOVA LINHA DA FRENTE ... O PAÍS NÃO ESTÁ APENAS PERDENDO TERRITÓRIO. ESTÁ PERDENDO O SEU POVO. ━━━━━━━━━━━━━━━ Um exército pode manter uma trincheira. Mas não consegue reter uma população que já decidiu partir. ━━━━━━━━━━━━━━━ ▸ O CENÁRIO: Filas imensas na fronteira com a Polônia.Não se trata de um contratempo logístico passageiro. É um êxodo. ▸ QUEM ESTÁ PARTINDO: Observe atentamente as filas. Já não são apenas mulheres e crianças. Há homens em idade de alistamento militar. Não estão a fugir de uma ofensiva russa; estão a fugir da convocação militar ucraniana. ▸ O FATOR INVERNO: Some a convocação militar ao colapso da rede elétrica. 370 mil pessoas estão às escuras na região de Volyn. Sem eletricidade, não há aquecimento, não há água, não há futuro. O Estado não consegue protegê-las do frio; por isso, partem. ▸ A BARREIRA NA FRONTEIRA: A Polônia e a União Europeia enfrentam já as repercussões políticas da guerra. A última coisa que desejam é uma nova vaga de refugiados. A fronteira está, aos poucos, a deixar de ser um ponto de passagem para se tornar um filtro. ━━━━━━━━━━━━━━━ A DIMENSÃO POLÍTICA ━━━━━━━━━━━━━━━ ▸ Este é o colapso invisível. Enquanto os mapas mostram linhas da frente estáticas no Donbas, a frente demográfica está a ruir no oeste do país. ▸ O governo ucraniano enfrenta um paradoxo: precisa de homens para combater, mas não consegue oferecer as condições básicas para que permaneçam no país. ▸ "As filas na fronteira são a prova material de que o contrato social foi quebrado." ▸ A Europa observa a situação com pânico. Os mesmos eleitores que protestam contra as elevadas faturas de energia não vão acolher bem uma nova vaga de refugiados. A vontade política de apoiar Kiev está a desvanecer-se no Ocidente, tal como, na fronteira, se desvanece a disposição dos ucranianos para permanecerem no seu país. CONCLUSÃO: Não é possível vencer uma guerra de atrito se a própria população se recusar a fazer parte desse atrito. As filas nas fronteiras não são uma falha logística — são um veredicto político. Um país pode sobreviver a uma batalha perdida, mas não pode sobreviver à perda do seu futuro. A verdadeira linha da frente já não se mede em quilómetros. É medida em horas passadas à espera para atravessar. Se as pessoas estão partindo mais depressa do que o exército as consegue mobilizar — quem, afinal, está ganhando a guerra de atrito? Assista: https://www.facebook.com/share/r/1ErFQFScVD/